CONVENIÊNCIAS NA JUSTIÇA

Na dúvida, “pro réu”. É um princípio que se pode compreender. Afinal, diante da incerteza, é melhor errar pela liberdade do que pela condenação. O que não se consegue compreender — e muito menos aceitar — é quando a dúvida parece ter pesos diferentes, dependendo de quem está sentado no banco dos réus. Dois casos […]