NOTÁVEIS DIFERENÇAS

Há uma diferença silenciosa — e profunda — entre admiração e bajulação. A primeira nasce do reconhecimento legítimo; a segunda, do interesse disfarçado. O bom gestor público entende isso sem precisar de discursos: ele não governa para aplausos fáceis, nem mede sua eficiência pelo número de elogios que recebe nos corredores. Quem administra com seriedade sabe que a crítica honesta vale mais que o elogio vazio. Sabe também que cercar-se de vozes submissas é o caminho mais curto para decisões equivocadas. A bajulação não orienta — ela distorce. O bom político, por sua vez, não precisa de sabujices. Precisa de consciência, responsabilidade e coragem para ouvir o que incomoda. Porque, no fim, não é a reverência que sustenta um mandato, mas a confiança construída com trabalho real. Admiração se conquista.

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BONS RESULTADOS

Não há o que discutir, que a presença de um governador bem avaliado e na condição de candidato ao Senado, ajuda em muito as candidaturas proporcionais (deputados). Fatos reais que já aconteceram em várias oportunidades em eleições passadas. Nas campanhas eleitorais presenciais ou virtuais os deputados que estarão ao lado de um político com estas posturas nas avaliações pesquisadas, também poderão ter bons resultados

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ATÍPICO

Derrotado e tornado inelegível, o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro vai recorrer. Segundo site do G1, ele pretende estender ao máximo a fase de recursos e disputar o Senado ‘sub judice’. Outros com situações parecidas pelo Brasil, estão na escuta e na tentativa de fazer semelhante nas próximas eleições deste ano.

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A PLUTOCRACIA BRASILEIRA

Pela própria narrativa da história da política brasileira é possível observar, que parte da imprensa nacional em conjunto com as grandes mídias, e em combinação com aquilo que hoje chamam de ‘mercado financeiro’, sempre apoiaram candidaturas presidenciais submissas às suas vontades. Constantemente rejeitaram governos e candidaturas que têm votos e lideranças próprias. Sempre usaram e acompanharam a plutocracia descarada ao invés da real democracia.

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BIZARRICES

As campanhas eleitorais mudaram de forma radical. Não há apresentações de propostas ou propagandas de feitos. Talvez por determinações de marqueteiros, que acham que os eleitores não precisam destas explicações ou prestações de contas. O que valem hoje na realidade são exibições dos candidatos rebolando ou então comendo iguarias. Alguns estão transformados em ‘chef de cozinha’ e outros visam a Dança dos Famosos, aos domingos na TV. A seriedade, fica aonde?

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BOA AJUDA

O livro intitulado ‘Quem mexeu no meu Queijo?” sem dúvida alguma é uma comprovação sobre a necessidade de resiliência e inevitável mudança na vida pessoal e profissional. Necessidade de sair da zona de conforto para uma atitude proativa superando o medo. É importante reconhecer o medo em vez de negá-lo, mas também é preciso saber que é uma reação instintiva para a sobrevivência.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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