
CELULARES EM REUNIÕES
É difícil entender por que negociações com apoiadores eleitorais, em reuniões, precisam ser feitas à prova de celular. Talvez seja apenas excesso de cautela. Ou talvez a experiência da festa de Vorcaro, do Banco Master, com políticos, telefones e registros demais tenha ensinado que, em certos ambientes, a tecnologia tem o péssimo hábito de lembrar o que a memória prefere esquecer. No fim, o problema talvez não seja o celular. É o que pode aparecer depois que alguém aperta “gravar”.




