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Pero Vaz de Caminha

ELEIÇÕES DE 2022 EM BRAGANÇA

Em Bragança no nordeste do Pará, nas eleições de 2022, Eduardo Costa foi o mais votado pela cidade para ocupar um cargo na Câmara dos Deputados, com 7553 votos –. Para o cargo de deputado estadual, Charlão foi o primeiro colocado, mas não se elegeu com 18604 votos. No total, 89316 eleitores estavam aptos a votar no município. O comparecimento foi de 78,84% dos eleitores aptos a votar. O percentual de abstenções foi de 21,16%. Agora em 2026, Eduardo Costa, deverá ser candidato a deputado estadual e Charlão, talvez fique de fora. Já foi dito que cada eleição é uma eleição diferente, mas não custa relembrar alguns números de 2022.

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A FILA ANDA EM BRAGANÇA

Em Bragança, o cordão de pré-candidatos a deputado parece crescer mais rápido que fila em dia de feira. Promessas brotam como chuva de verão: rápidas, intensas e, às vezes, passageiras. Entre discursos afinados e apertos de mão ensaiados, a cidade assiste a esse desfile político com uma mistura de esperança e desconfiança. Afinal, no meio de tantos rostos novos e velhos conhecidos, fica a pergunta que em tom baixinho: quem, de fato, vai lembrar de Bragança quando as luzes da campanha se apagarem? A Pérola do Caeté recebeu as visitas de Sipriano Ferraz, ex-secretário adjunto da Sespa e Paulo Henrique Gomes, ex-prefeito de Salinas que são pré-candidatos a deputado estadual.

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ANDRÉA SIQUEIRA, EM BRAGANÇA

Articuladores políticos consultam grupos em Bragança no Pará, quem nas eleições que se aproximam serão os apoiadores da deputada federal Andréa Siqueira (MDB)? Em 2022, ela que é esposa do prefeito de Tucuruí, Alexandre Siqueira, recebeu 1.920 votos na Pérola do Caeté. Como dizia o humorista da democracia – o tambor fez muito barulho na época. Mas o resultado não foi o esperado pelos tocadores.

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PAPA NA LISTA DE ADVERSÁRIOS

Dizem que o mundo já viu de tudo, mas sempre aparece alguém disposto a inovar no absurdo. Antigamente, quando a conversa esquentava, vinha logo o deboche: “vai te queixar pro Papa”. Era uma forma elegante de dizer que ninguém iria resolver, que o problema ia morrer ali mesmo, sem audiência celestial ou terrena. Mas o tempo passou — e não é que resolveram encurtar o caminho? Já não basta reclamar: agora tem gente brigando diretamente com o Papa. A frase, que antes era só ironia de esquina, virou quase roteiro de política internacional. O que era exagero virou manchete, o que era piada ganhou palanque. No meio disso tudo, a gente fica meio perdido, sem saber se ri da ousadia ou se chora pela falta de noção. Porque, convenhamos, se

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Pero Vaz de Caminha

CONTEÚDO DE MARCA NÃO É NOTÍCIA

Outro dia, rolando o feed dei de cara com uma “reportagem” impecável: foto bem iluminada, título sério, promessa de solução para tudo. Li dois parágrafos e já estava quase convencido — até tropeçar numa palavrinha miúda, discreta, envergonhada no canto: “conteúdo de marca”.  Fica ali, quase pedindo desculpa por existir. Notícia de jornal deve ter apuração, já o tal conteúdo de marca tem outro perfume — mais doce, mais alinhado, mais interessado em agradar do que em duvidar. Não é que seja proibido, nem pecado. E o eleitor, no meio disso tudo, vira também leitor — ou pelo menos deveria. Um leitor atento, que desconfia de elogios fáceis, que estranha unanimidades, que procura saber quem está pagando a conta daquela história tão bem contada.

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Pero Vaz de Caminha

NOVA LÓGICA

No passado, repetia-se com convicção quase mítica que quem dominasse os oceanos teria o mundo nas mãos. Eram tempos de velas enfunadas, mapas incompletos e impérios que se erguiam sobre rotas marítimas traçadas à força de coragem e canhões. O mar, era estrada e fronteira, promessa e ameaça — e quem o controlava, controlava o fluxo da história. Hoje, já não se fala em oceanos inteiros, mas em gargalos. Basta um ponto no mapa, estreito e tenso, para fazer o mundo prender a respiração. O Estreito de Ormuz, por exemplo, tornou-se símbolo dessa nova lógica: não é preciso possuir tudo, apenas saber onde apertar. Mudaram os navios, mudaram as bandeiras, mas a ideia persiste — o poder ainda navega. Só que agora, em vez de cruzar mares abertos, ele se

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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