PROVA DE CONHECIMENTO

Em momentos como os de hoje com aproximação das eleições, renomado político paraense em conversas com amigos, costumava dizer – com certeza, quem eu sempre ajudei não vai votar em mim, mas os que votarão a meu favor serão a maioria. Uma prova inconteste de que conhecia muito os ingratos e as suas ações perniciosas. Normalmente eles fingem desconhecer os benefícios recebidos.

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RENDAM-SE OU MORREM

Criticar juízes não é de hoje, principalmente por possíveis derrotas apontadas, ou já concretizadas. Inclusive por estas e outras razões que nos anos 70 aqueles que atuavam no futebol com a nomenclatura de juízes, passaram a serem chamados através de uma campanha na mídia brasileira de apenas árbitros. No fundo as ‘campanhas midiáticas’ contra as instituições brasileiras são apenas demonstrações de poder, através de fortes pressões ou de tentativas de submissões.

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DINHEIRO PÚBLICO QUE VAI PRO BURACO

É possível observar e classificar – um buraco no asfalto na rodovia Bragança-Ajuruteua, às proximidades da garagem da prefeitura e em frente ao terreno onde futuramente poderá ser construída outra Policlínica, é o que mais consome dinheiro público através da gestão municipal. Há anos que a operação tapa buracos aparece por lá. Acontece uma pequena melhora e uma chuva por mais rápida que seja, faz voltar o mesmo buraco que provoca alagamentos na estrada.

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JORNALISMO POR TELEPATIA

Colunas sobre políticas de alguns jornais brasileiros podem a qualquer momento sofrer mudanças profundas em suas propostas. Podem passar de assuntos políticos para prestações de serviços acerca de percepção extrassensorial (sexto sentido). Uma delas de forma telepática conseguiu descobrir, que Vorcaro, do caso Banco Master, mesmo preso e sem nenhuma comunicação com ninguém estaria pensando, em não delatar ou envolver qualquer membro do STF. A coluna deveria ser premiada por opinião ou presunção do fato. Poderia ser também como o juiz Sérgio Moro – “não temos provas, mas temos convicção”.

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FOLCLÓRICOS SUBSTITUEM O LEGISLATIVO

Na ausência do eco firme da tribuna, o silêncio do legislativo não dura muito tempo. Ele logo é ocupado — não por vozes oficiais, mas por personagens curiosos que habitam o imaginário do município. São figuras folclóricas, dessas que misturam indignação, espetáculo e uma boa dose de improviso. Sem mandato, sem rito e sem microfone institucional, encontram nas redes sociais o palco perfeito. Ali, falam alto, gesticulam em vídeos, denunciam, opinam e, por vezes, até legislam em palavras. Não precisam pedir aparte nem seguir ordem do dia — o algoritmo é sua plateia, e o engajamento, sua aprovação. Enquanto isso, o legislativo, que deveria traduzir a voz coletiva em ação concreta, assiste — ou pior, se ausenta. E nesse vácuo, o improviso ganha autoridade, o exagero ganha alcance, e o

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CANDIDATURA DE JOÃO PAULO

A grande preocupação dos partidos políticos no Pará está centrada na obtenção do coeficiente eleitoral. Na eleição passada quase nenhum candidato conseguiu alcançar este objetivo. Desta feita está sendo montada uma estratégia no sentido de ter candidaturas fortes que ajudem na conquista do coeficiente eleitoral. Em Bragança, o atual vereador João Paulo deverá ser candidato pelo PP-Partido Progressista, a deputado federal.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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