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Pero Vaz de Caminha

SIM SENHOR

A capacidade analítica política de determinados jornalistas brasileiros é volátil. Coincide com opiniões que agradam o ponto de vista do respectivo patrão. Mesmo em colunas que são destacadas como se fossem de responsabilidade própria. Muitas vezes passam a impressão que não escrevem para os leitores, mas sim para gáudio dos chefes. Sempre acompanhando o vento bafejado pelos que mandam, mesmo que se tornem “birutas de aeroporto”. Como já vem acontecendo em outros países, a brasileira começa a enveredar pelo descrédito.

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SIM SENHOR

A capacidade analítica política de determinados jornalistas brasileiros é volátil. Coincide com opiniões que agradam o ponto de vista do respectivo patrão. Mesmo em colunas que são destacadas como se fossem de responsabilidade própria. Muitas vezes passam a impressão que não escrevem para os leitores, mas sim para gáudio dos chefes. Sempre acompanhando o vento bafejado pelos que mandam, mesmo que se tornem “birutas de aeroporto”. Como já vem acontecendo em outros países, a brasileira começa a enveredar pelo descrédito

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CONFIANTE!

Talvez seja o preço alto no custo que está espantando, ou quem sabe o relógio político ainda nem despertou de vez. As mesas continuam postas, o café até esfria na xícara, mas as conversas parecem mornas — repetem promessas de visitas que já perderam o aroma há tempos. Por enquanto, fica esse silêncio disfarçado de expectativa, onde se fala muito, mas se entrega pouco, como se o futuro estivesse sempre sendo servido… só que nunca chega à mesa.

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IRONIAS DA VIDA

Nunca diga “desta água não mais beberei”. A vida tem dessas ironias silenciosas: hoje você vira o rosto com desdém, amanhã pode estar com sede. Já vi gente jurar distância de caminhos que, pouco tempo depois, percorreu com pressa — não por gosto, mas por necessidade. O mundo gira sem pedir licença, e com ele giram as certezas. O que parece definitivo num dia, no outro se mostra frágil. Por isso, todo cuidado é pouco com promessas rígidas: a necessidade, essa velha conhecida, tem o estranho poder de dobrar convicções. Melhor falar baixo, deixar portas entreabertas e reconhecer — com humildade — que a vida, às vezes, nos faz beber exatamente da fonte que juramos evitar.

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CASA ARROMBADA

De que vale querer consertar depois da casa arrombada? A porta, antes esquecida, ganha tranca nova, cadeado reluzente, até alarme se instala — tudo muito bonito, muito tarde. O silêncio que fica não é de paz, é de ausência. Levaram o que havia de mais valioso: o descuido que fingia ser confiança. A gente tem dessas manias. Deixa pra depois o cuidado, a palavra, o gesto. Vai empurrando com a barriga até o mundo dar um empurrão de volta. E quando a falta aparece, grande e escancarada, corre-se atrás do prejuízo como quem tenta recolher água derramada. Mas casa arrombada ensina, ainda que do jeito mais duro. Ensina que zelo não combina com pressa, que atenção não se improvisa, que certas perdas não aceitam remendo. E talvez, só talvez, na

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OS INTERESSES

O interesse dos donos de mídias é o seu ou o meu? Creio que não. Quando eles fazem uma campanha contra ou a favor de alguém ou de algo, fazem por interesses próprios. Há necessidade de termos o cuidado de quando lermos, ouvirmos ou vermos algumas matérias, principalmente as de cunho político, fazermos uma rápida análise de quais são os interesses dos proprietários das mídias. As vezes ali está contida uma questão financeira que embala a produção e a apresentação, de simples interesse do grupo que comanda a mídia. No passado bem remoto, dizíamos que um assunto propagado na mídia era verdadeiro e pronto. Não é bem assim. Por detrás de uma notícia poderá estar um interesse dos “barões” da mídia. Ninguém forma uma empresa para praticar somente benefícios sociais.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

“com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil com ela mesma”

Joseph Pulitzer

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