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Pero Vaz de Caminha

EXPONDO O PASSADO

Na vida política, ninguém escapa do próprio extrato. Durante o mandato, muitos gastam promessas como quem usa crédito fácil, confiando que a memória do povo tem prazo curto. Mas eleição é tempo de auditoria. De repente, aquilo que parecia esquecido reaparece: compromissos não cumpridos, palavras ditas ao vento, acordos mal explicados. Inclusive todos os ‘boletins de ocorrências policiais ou judiciais’ acontecidos no passado, mas que ainda estão vigentes.  Cada ação vira lançamento, cada silêncio vira débito. E não adianta tentar renegociar com discurso bonito. O eleitor, que pode até perdoar, dificilmente esquece quando sente no bolso ou na vida o peso das decisões. No fim, a urna funciona como gerente rigoroso: aprova quem manteve saldo de confiança e rejeita quem viveu de cheque especial político.

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LENA PINTO COM RENATO OLIVEIRA

LENA PINTO COM RENATO OLIVEIRA Confirmando a parceria de Lena Pinto (PSDB) para federal e Renato Oliveira (Avante) para a eleição de outubro próximo. A dupla esteve na inauguração do prédio alugado pelo Estado, em Bragança, onde vai funcionar a representação do Ideflor Bio no município. Depois da parte protocolar oficial os dois foram recebidos por um público no restaurante Casa Jambú, com direito a pronunciamentos políticos eleitorais.

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Pero Vaz de Caminha

HUMOR OU HORROR?

A politicalha parece ter trocado o palanque pela tela do celular. O debate virou postagem, o argumento virou meme, e a crítica, muitas vezes, chega embrulhada em humor de mau gosto, que provoca risadas fáceis. Há quem trate tudo como humor — como se governar fosse um grande grupo de WhatsApp onde vence quem faz a piada mais compartilhada. Mas nem todo riso é leve. Por trás de montagens e indiretas, existe uma politicagem que mais confunde do que esclarece, mais ataca do que constrói. O que se disfarça de brincadeira, às vezes, carrega desinformação, distorce fatos e transforma adversários em caricaturas. Fica a dúvida no ar: estamos rindo juntos ou sendo levados pelo riso? Porque quando a política vira apenas entretenimento, o risco é grande de que o cidadão

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Pero Vaz de Caminha

BRAVATA ACABANDO

O autoelogio é um conhecido ingrediente da demagogia chucra ou xucra, como queiram. Ao não receber mais aplausos do eleitorado, começa inventar o que não tem mais, ou nunca teve; Prestígio! Não mais. Por muitas vezes, promove declarações que só interessam para massagear seu próprio ego, cheio de fantasias e nada mais. Não entende, que recebeu mimos e aplausos quando chegou a algum cargo eletivo, no final, apenas alguns murmúrios dos mais chegados, que conseguiram algumas conquistas para eles. Tristes, os que insistem naquilo que não mais têm. Não sabem visualizar, o que acabou faz tempo.

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Pero Vaz de Caminha

POLÍTICA NO MUNDO VIRTUAL

Em Bragança no Pará, a política parece ter trocado a praça pelo feed. O debate que antes acontecia no olho no olho, no aperto de mão e até no calor das divergências reais, agora se esconde atrás de telas e perfis muitas vezes mais valentes que seus donos. Nas redes sociais, adversários viram inimigos, opiniões viram ataques e a verdade, muitas vezes, vira apenas aquilo que rende mais curtidas. É um confronto sem presença, sem responsabilidade direta, onde se fala muito, mas se resolve pouco. A política que se afasta das ruas corre o risco de perder o rumo. Porque, no fim das contas, é na vida real — e não no mundo virtual — que o povo sente, cobra e decide.

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Pero Vaz de Caminha

NOTIFICAÇÃO JUDICIAL

Não precisaria ser parlamentar de qualquer poder legislativo para conhecer alguns procedimentos jurídicos. Não precisaria ser jurista para saber que um órgão necessita ser notificado para cumprimento de alguma decisão judicial. Não basta na mão uma cópia do mandado, no caso sem a presença de um oficial de justiça, autorizado para tal.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

“com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil com ela mesma”

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