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Pero Vaz de Caminha

VENDILHÕES

Somos conhecedores através da Bíblia sobre os vendilhões do templo (ou mercadores do templo) que eram pessoas que vendiam animais para sacrifício e trocavam moedas estrangeiras no pátio do Templo de Jerusalém. Eles foram expulsos por Jesus Cristo em um famoso episódio de indignação, registrado nos quatro Evangelhos bíblicos. No momento observamos também com bastante indignação os vendilhões da pátria, que em busca de mais poder, vendem seus conterrâneos para os EUA, tentando impor dificuldades para o Brasil, também promovendo um possível sacrifício para toda a nação.

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JEITINHO BRASILEIRO

Perguntou um estudante de Direito ao blog Pero Vaz de Caminha – ainda está valendo o trânsito em Julgado na legislação brasileira? Segundo os mais experientes o que seria trânsito em julgado? – em rápidas palavras – marca o encerramento definitivo da disputa judicial. Infelizmente ele não se conformou com a explicação, principalmente em razão de decisões com aquele jeitinho brasileiro. E continuou concluindo, que a verdadeira razão pode ter sido a grande quantidade de motivos desconhecidos e oferecidos que impulsionaram o resultado ‘pro reo’, no bom latim.

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Pero Vaz de Caminha

TESES SOBRE O PIX

Momento reflexivo – Por que a oposição brasileira estaria incentivando o fim dos pagamentos e transferências através de Pix? – na fila da padaria, entre o café e o pão francês, alguém comentou que o Pix estava virando assunto até fora do Brasil. Outro respondeu que havia gente na oposição torcendo contra o sistema, enquanto os Estados Unidos observavam com atenção um modelo de pagamentos que mudou a rotina de milhões de brasileiros. A conversa cresceu como costuma acontecer: cada um acrescentando uma teoria, uma suspeita, uma certeza. Para uns, o Pix é apenas tecnologia. Para outros, tornou-se símbolo de disputa política. Quando uma ferramenta deixa de ser apenas uma ferramenta e passa a representar projetos de poder, o debate já não acontece apenas nos bancos ou nos celulares, mas

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A MÍDIA E A COPA DO MUNDO

Parece que a realidade brasileira começa a tomar outro rumo em relação à célebre frase do falecido carnavalesco Joãozinho Trinta – o povo gosta de luxo, quem gosta de miséria é intelectual. As demonstrações de riquezas de jogadores de futebol da seleção, somada à participação na Copa do Mundo agora em 2026 têm provocado um afastamento de parte do torcedor brasileiro que discorda desta atitude de desnivelamento social em um País onde a distribuição de rendas é bastante acentuada. Embora os patrocinadores e a mídia venham diariamente estimulando a participação da torcida na Copa do Mundo em três países. Vamos conferir. Cremos, que logo voltaremos a torcer, nos transformando em ‘bonecos de ventríloquos’ de narradores, repórteres, comentaristas e outros da mídia brasileira.

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A VELHA POLÍTICA DO ENTREGUISMO

Infelizmente renascendo no Brasil os políticos que de forma pejorativa, eram conhecidos com ‘entreguistas’. Assim eram chamados por alusão àquele que “entrega” as riquezas pátrias. O termo teria obtido força no debate político brasileiro ao longo do século XX (especialmente nas décadas de 1950 e 1960), durante os debates sobre a criação de estatais como a Petrobras, quando se discutia o monopólio estatal do petróleo versus a abertura para empresas estrangeiras. Junto com este renascimento chega no momento a questão sobre a exportação brasileira de ‘terrorismo’ através de facções criminosas. O que parece na realidade ser muito mais ao contrário. A pedido de uma pré-candidatura entreguista à Presidência do Brasil – é a importação de terrorismo norte-americano participativo nas eleições brasileiras do próximo outubro. Como também moeda de troca a

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SUBMISSO TOGADO

Inimaginável acreditar que um novato juiz do judiciário paraense possa ter ficado aborrecido e respondido a um jornalista de um portal de notícias. O fato consta de uma própria revogação do magistrado, mudando radicalmente de posição em um voto, o que para o dono da postagem se caracterizou como uma submissão a favor de senhores de outro poder. Entendemos ser de bom alvitre como dizem os advogados, que esta atitude amadora do juiz não demonstre, ele ser apenas um mensageiro na justiça. Não diríamos ser esta postura de um árbitro de futebol, porque até esses, não dão mais à imprensa satisfação de suas decisões.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

“com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil com ela mesma”

Joseph Pulitzer

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