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Pero Vaz de Caminha

ANDRÉA SIQUEIRA, EM BRAGANÇA

Articuladores políticos consultam grupos em Bragança no Pará, quem nas eleições que se aproximam serão os apoiadores da deputada federal Andréa Siqueira (MDB)? Em 2022, ela que é esposa do prefeito de Tucuruí, Alexandre Siqueira, recebeu 1.920 votos na Pérola do Caeté. Como dizia o humorista da democracia – o tambor fez muito barulho na época. Mas o resultado não foi o esperado pelos tocadores.

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Pero Vaz de Caminha

PAPA NA LISTA DE ADVERSÁRIOS

Dizem que o mundo já viu de tudo, mas sempre aparece alguém disposto a inovar no absurdo. Antigamente, quando a conversa esquentava, vinha logo o deboche: “vai te queixar pro Papa”. Era uma forma elegante de dizer que ninguém iria resolver, que o problema ia morrer ali mesmo, sem audiência celestial ou terrena. Mas o tempo passou — e não é que resolveram encurtar o caminho? Já não basta reclamar: agora tem gente brigando diretamente com o Papa. A frase, que antes era só ironia de esquina, virou quase roteiro de política internacional. O que era exagero virou manchete, o que era piada ganhou palanque. No meio disso tudo, a gente fica meio perdido, sem saber se ri da ousadia ou se chora pela falta de noção. Porque, convenhamos, se

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Pero Vaz de Caminha

CONTEÚDO DE MARCA NÃO É NOTÍCIA

Outro dia, rolando o feed dei de cara com uma “reportagem” impecável: foto bem iluminada, título sério, promessa de solução para tudo. Li dois parágrafos e já estava quase convencido — até tropeçar numa palavrinha miúda, discreta, envergonhada no canto: “conteúdo de marca”.  Fica ali, quase pedindo desculpa por existir. Notícia de jornal deve ter apuração, já o tal conteúdo de marca tem outro perfume — mais doce, mais alinhado, mais interessado em agradar do que em duvidar. Não é que seja proibido, nem pecado. E o eleitor, no meio disso tudo, vira também leitor — ou pelo menos deveria. Um leitor atento, que desconfia de elogios fáceis, que estranha unanimidades, que procura saber quem está pagando a conta daquela história tão bem contada.

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Pero Vaz de Caminha

NOVA LÓGICA

No passado, repetia-se com convicção quase mítica que quem dominasse os oceanos teria o mundo nas mãos. Eram tempos de velas enfunadas, mapas incompletos e impérios que se erguiam sobre rotas marítimas traçadas à força de coragem e canhões. O mar, era estrada e fronteira, promessa e ameaça — e quem o controlava, controlava o fluxo da história. Hoje, já não se fala em oceanos inteiros, mas em gargalos. Basta um ponto no mapa, estreito e tenso, para fazer o mundo prender a respiração. O Estreito de Ormuz, por exemplo, tornou-se símbolo dessa nova lógica: não é preciso possuir tudo, apenas saber onde apertar. Mudaram os navios, mudaram as bandeiras, mas a ideia persiste — o poder ainda navega. Só que agora, em vez de cruzar mares abertos, ele se

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Pero Vaz de Caminha

REFÉM DE SUAS ESCOLHAS

No começo, sua assinatura valia mais do que palavra dada em mesa de bar. Era ele quem decidia, quem aprovava, quem encerrava conversas com um simples “deixe comigo”. Hoje, porém, o gesto de segurar a caneta vinha carregado de um peso estranho — não o da responsabilidade, mas o do receio. Os antigos parceiros, aqueles das decisões rápidas e dos atalhos convenientes, continuavam por perto. Não por lealdade, como ele gostava de imaginar no passado, mas por cálculo. Sabiam demais. Guardavam fragmentos de conversas, registros oportunos, silêncios comprados. Cada um deles carregava, invisível, um pequeno dossiê. E ele sabia disso. Por isso, já não cortava caminhos — era conduzido por eles. Cada reunião parecia um jogo de espelhos, onde qualquer movimento podia refletir algo indesejado. Evitava contrariar, adiava decisões, concordava

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Pero Vaz de Caminha

IMPEDIDOS POR SEGREDOS

Cercada de razões a frase atribuída ao imperador romano Júlio César, na Roma Antiga – “não basta ser honesto, tem que parecer honesto” – destaca que a reputação e a percepção pública são tão cruciais quanto a virtude real.  A transparência e a imagem de integridade evitam suspeitas e garantem confiança no ambiente pessoal, profissional e político. O rápido afastamento de agentes de governo, muitas vezes não passam de demonstrações exatamente para o público. Enquanto que outros continuam por imperiosidade do conhecimento dos malfeitos como um todo.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

“com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil com ela mesma”

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