UM INVESTIMENTO

Numa cidade qualquer, apareceu um candidato diferente. Não prometia ponte, hospital, nem Wi-Fi na praça. Prometia apenas uma coisa:  não gastar dinheiro na campanha. Resultado? Quase ninguém acreditou. O povo já estava acostumado ao político que chega distribuindo santinho, gasolina, churrasco e sorriso de três metros. Esse novo candidato chegava só com um panfleto amassado e uma caneta emprestada. Diziam: “Assim não ganha eleição, meu filho. Política sem dinheiro é igual futebol sem bola.” Mas ele insistia. Dizia que, se o sujeito não tem dinheiro para gastar tentando ganhar poder, talvez tenha mais cuidado quando estiver lá dentro administrando o dinheiro dos outros. Alguns riram. Outros coçaram a cabeça. Afinal, a lógica era estranha demais para a política moderna: candidatar-se para servir, e não para investir esperando lucro depois. No

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CENÁRIO DO AGRONEGÓCIO NA ECONOMIA

Segundo o jornal Correio Braziliense – “O Brasil encerrou 2025 registrando um marco histórico nos pedidos de recuperação judicial e extrajudicial, com mais de cinco mil empresas buscando reorganizar suas finanças. O agronegócio, tradicional motor da economia, liderou o movimento, com 1.990 solicitações, um crescimento de 56,4% em relação ao ano anterior e seis vezes acima da média nacional”. Quem diria que até o então ‘endeusado’ agronegócio estaria na linha de frente? Vale apenas um lembrete, que quase sempre, esta categoria, desde há muito vive pedindo carências e renegociações de dívidas junto aos bancos de desenvolvimentos. Esta estratégia não é nova, muito pelo contrário.

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VIRALATISMO

Dizem que o brasileiro tem coração grande, mas às vezes anda com a cabeça baixa — como um cachorro sem dono na rua. Foi assim que o jornalista Nelson Rodrigues enxergou o país depois do trauma de 1950 (perda da Copa do Mundo de futebol em casa): um povo talentoso, criativo, cheio de brilho, mas desconfiado de si mesmo. Chamou isso de complexo de vira-lata — essa mania de achar que tudo o que vem de fora é melhor, mais bonito, mais importante. No fundo, talvez seja apenas falta de memória. Porque, vez ou outra, o Brasil levanta a cabeça, mostra os dentes e lembra que o vira-lata também sabe correr, lutar e, quando quer, até vencer. Introduzido por vezes também na política, um sentimento de inferioridade e autodepreciação que

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SAÍDAS E ENTRADAS

Intramuros no Palácio dos Despachos já existem conversações sobre os que irão substituir os atuais agentes do governo paraense que pretendem ser candidatos nas eleições deste ano. Principalmente secretários de Estado e dirigentes de empresas públicas. Os que deverão sair por questões lógicas, já são conhecidos. Faltando apenas nominar os que entrarão.

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TUDO EM CASA

Em uma negociação com os dirigentes da RBA- Rede Brasil Amazônia, com Jad Souza proprietário da TV Mania, em Bragança, no nordeste do Pará, foi firmado acordo para uso da antena da TV para retransmissão da Rádio Clube do Pará. Em alguns momentos poderá acontecer programas do Jad Souza e ainda também do prefeito do município, Mário Júnior. Tudo de acordo com o contrato.

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AMNÉSIA PARCIAL

Na política, o tempo tem o estranho costume de apagar as cicatrizes. Aqueles que ontem trocavam acusações em praça pública, hoje dividem o mesmo palanque, sorrindo como velhos amigos. Não é exatamente reconciliação — é necessidade. A política tem dessas ironias: adversários de ontem viram aliados de hoje, não porque esqueceram o passado, mas porque o presente exige. E assim seguem, lado a lado, provando que, nesse jogo, a memória é curta e os interesses são longos.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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