Uncategorized
Pero Vaz de Caminha

JADER BARBALHO 82

A história transmite que todo líder, é amado ou odiado. É difícil encontrar unanimidade. O grande líder ultrapassa os tempos normais de duração na vida pública. Principalmente em um regime democrático. Não há o que discutir sobre a longeva liderança do atual senador Jader Barbalho, que amanhã 27/10 estará completando 82 anos de idade. Conseguindo quase todos os cargos eletivos existentes no Brasil. Cerca de 60 anos na vida política, perdeu apenas uma eleição. Para governador, quando Almir Gabriel conseguiu a reeleição. Nunca foi candidato a prefeito, nem a vice-presidente ou a presidente da República. Começou a carreira política como vereador de Belém do Pará. Um dos fundadores do PMDB, e nunca mudou de partido. Nossos parabéns, ao grande líder paraense.

Leia Mais »
Uncategorized
Pero Vaz de Caminha

O DIREITO DE DECIDIR

A grande diferença entre a democracia e a ditadura está no direito de escolher. Na democracia, o povo tem voz, tem vontade política e pode expressar suas opiniões, inclusive nas urnas, elegendo seus representantes ou retirando-lhes o apoio quando não correspondem às suas expectativas. Na ditadura, ao contrário, a vontade popular é sufocada pelo poder de poucos. O cidadão perde a liberdade de escolher, de contestar e, muitas vezes, até de falar o que pensa. A democracia não é perfeita, pois depende de escolhas humanas, que nem sempre são acertadas. Mas tem uma grande vantagem: permite corrigir os erros pelo voto, sem que seja necessário recorrer à força. Na democracia, o povo pode mudar os governantes; na ditadura, os governantes tentam impedir que o povo mude o rumo da história.

Leia Mais »
Uncategorized
Pero Vaz de Caminha

A MENTIRA REPETIDA NO NAZISMO

Há mentiras que, de tanto serem repetidas, começam a vestir a roupa da verdade. Não porque tenham adquirido fundamento, tampouco porque resistam ao confronto com os fatos, mas porque a repetição, quando bem calculada, tem o poder de anestesiar a dúvida e transformar o absurdo em algo familiar. E aquilo que se torna familiar, para muitos, acaba parecendo verdadeiro. A propaganda nazista compreendeu muito bem a força desse mecanismo. Joseph Goebbels, ministro da Propaganda de Hitler, tornou-se associado à ideia de que a repetição sistemática poderia moldar a percepção coletiva e servir aos interesses de um regime totalitário. Mais do que informar, a propaganda pretendia fabricar consensos, eleger inimigos e converter preconceitos em certezas. A mentira, nesse contexto, não era um deslize: era um instrumento de poder. O mais inquietante

Leia Mais »
Uncategorized
Pero Vaz de Caminha

O PODER PELA BAJULAÇÃO

Na trajetória de um político, há fatos curiosos que merecem ser observados com atenção. Um deles é o surgimento de certas figuras que, sem fazer muito barulho, começam a se aproximar. No início, apenas acompanham. Depois, abrem a porta do carro, carregam a pasta e se mostram sempre disponíveis. Não questionam, não discordam, não incomodam. Apenas ficam por perto. Com o tempo, a proximidade se transforma em influência. Já não se limitam a acompanhar a agenda: passam a organizar os compromissos, selecionar quem será recebido e até decidir quais assuntos merecem a atenção do chefe. Quando se percebe, o simples acompanhante tornou-se conselheiro, filtro e juiz das conveniências políticas. A intimidade cresce, os limites desaparecem e, em certos casos, o personagem conquista um poder que chega a ultrapassar o da

Leia Mais »
Uncategorized
Pero Vaz de Caminha

PAGANDO POR UMA DISPUTA

Superdimensionar crises econômicas e políticas, alimentar conflitos entre situação e oposição e, por vezes, estimular o ódio são atitudes que não deveriam fazer parte do papel de uma imprensa que se considera grande e responsável. Informar é essencial; distorcer a percepção dos fatos, explorar o medo e transformar divergências em guerras permanentes é outra coisa. A mídia tem o poder de esclarecer a sociedade, mas também pode aprofundar divisões e alimentar ressentimentos. Quando a disputa pelo poder se sobrepõe ao compromisso com a verdade e com o interesse público, o país fica em segundo plano. O crescimento econômico, a geração de empregos e a melhoria da vida da população tornam-se meros detalhes diante dos interesses políticos e econômicos de alguns. Uma nação não avança quando seus cidadãos são constantemente estimulados

Leia Mais »
Uncategorized
Pero Vaz de Caminha

A FÉ DOS FIÉIS COMO MOEDA DE TROCA

Toda negociação envolve propostas, ofertas, recusas, concessões e, naturalmente, interesses. No mundo da política, especialmente em época eleitoral, esse jogo ganha contornos ainda mais curiosos quando os interlocutores são candidatos e líderes religiosos. Nessas conversas, o que estaria sobre a mesa? Promessas de obras, cargos, benefícios, apoio público, espaço de poder e compromissos para um futuro mandato. E, do outro lado, o que poderia ser oferecido? Para alguns, talvez, algo que não lhes pertence por direito: os votos dos fiéis. Afinal, voto não é mercadoria, embora certos acordos pareçam tratá-lo como tal. A fé, que deveria ser instrumento de esperança, solidariedade e consciência, pode acabar transformada em moeda de troca. O púlpito vira palanque, a orientação espiritual ganha ares de propaganda e o eleitor, em vez de cidadão livre, corre

Leia Mais »

PUBLICIDADE

“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

“com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil com ela mesma”

Joseph Pulitzer

[yop_poll id="2"]
OUTRAS NOTÍCIAS
Desenvolvido Por Belém Sistemas (91) 98079-5456