DE ALTAMIRA PRA BRAGANÇA

Tudo indica que Bragança no nordeste do Pará, possa estar se tornando um ‘Eldorado’ de votos descompromissados para deputado estadual olhando as próximas eleições em outubro. A coluna do jornalista Olavo Dutra afirma que a esposa do prefeito de Altamira na região do Xingu, Loredan Mello (PSD), é candidata à deputada estadual e não fará campanha eleitoral somente nas proximidades daquele município. Paola Abucater, atravessa longínquas fronteiras e já articula participação também na região bragantina.

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A POLÍTICA E SUAS CIRCUNSTÂNCIAS

Pelo pensar de alguns jornalistas que se interessam pela política paraense e acompanham as articulações para os cargos majoritários, apenas dois ainda poderiam sofrer mudanças na base aliada do governo estadual. No caso, uma vaga para o Senado e a de candidato à Vice Governadoria. Muito embora as notícias quase oficiais apontem para o Senado o atual presidente da Alepa, o deputado Chicão, enquanto que o PT já oficializou a indicação do deputado estadual Dirceu Tem Caten para compor a chapa como candidato a vice governador. Mas é bom lembrar que a política segue de perto as circunstâncias. Em passado não muito longe, alguns vices foram escolhidos no dia das convenções partidárias.

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DESPROPÓSITO

O ser humano, muitas vezes, ignora quem tem valor e se prende ao que nada acrescenta. Despreza o que é verdadeiro, enquanto dá espaço ao que é vazio — e, nesse erro, perde aquilo que realmente importa. Segundo alguns analistas – incoerências na vida são aqueles momentos em que o que pensamos, dizemos e fazemos não bate — como se estivéssemos desalinhados com nós mesmos ou com o mundo ao nosso redor. Essas incoerências são naturais até certo ponto. A vida é complexa, e nós também somos — temos emoções, pressões sociais, medos e desejos que às vezes entram em conflito.

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PROCURANDO BRECHAS

Infelizmente, quase tudo neste mundo parece obedecer a uma matemática simples e implacável: cresce na mesma medida do dinheiro. O respeito, a pressa no atendimento, o sorriso que antes era espontâneo — tudo ganha intensidade conforme o peso da carteira. É como se o valor das coisas tivesse desaprendido a existir por conta própria e precisasse, o tempo todo, de um preço que a justificasse. Aos poucos, a gente vai percebendo que até o tempo muda de comportamento. Para quem tem mais, ele se abre em possibilidades; para quem tem menos, se aperta em urgências. E assim seguimos, tentando encontrar brechas onde a vida ainda não tenha sido totalmente convertida em cifra — pequenos gestos, encontros sinceros, silêncios que não cobram nada. Porque, no fundo, o que mais assusta não

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CRIANCICES

O poder político tem pouca paciência para ingenuidades. Ele se move como um rio antigo: silencioso na superfície, mas carregando correntes fortes por baixo. Quem o observa de longe pode até confundir seus gestos com simplicidade, mas basta um passo em falso para perceber que ali não há espaço para distrações infantis. Na política, cada palavra pesa, cada silêncio fala, cada gesto constrói ou destrói pontes. Não se trata de pureza ou inocência, mas de cálculo, responsabilidade e consequência. A leveza despreocupada, tão comum na infância, não sobrevive nesse terreno onde decisões moldam destinos coletivos. Talvez por isso o desencanto seja tão frequente. Espera-se da política a sinceridade de uma conversa entre amigos, quando, na verdade, ela opera como um jogo complexo, onde até a verdade precisa de estratégia para

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APENAS POLÍTICA

As CPIs no Brasil nascem com barulho de tempestade, mas quase sempre terminam como garoa fina. No início, há holofotes, discursos inflamados e a promessa de que, desta vez, a verdade virá à tona com força suficiente para mudar tudo. Deputados e senadores vestem o papel de investigadores incansáveis, e o país acompanha como quem assiste a um drama já conhecido, mas ainda assim intrigante. Com o passar dos dias, porém, o ritmo desacelera. As manchetes perdem espaço, os depoimentos se tornam repetitivos e o interesse público se dilui entre novas urgências. O que resta, ao final, não é exatamente a transformação prometida, mas rearranjos políticos, ganhos de visibilidade e, muitas vezes, a consolidação de narrativas convenientes. Assim, as CPIs seguem seu ciclo quase previsível: começam como instrumentos de apuração

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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