
O TOMBO DO DEPUTADO
A vida política é assim mesmo: quem conhece os bastidores das campanhas sabe que nem toda recepção calorosa termina em aplausos nas urnas. Com larga experiência eleitoral, o candidato a deputado federal foi a Bragança, a Pérola do Caeté, cheio de expectativas. Voltou para a capital com aquela expressão de quem viu mais do que gostaria. Pelo caminho, encontrou muitas alegorias carnavalescas, promessas de apoio e uma certa disposição para impressionar — embora, aparentemente, pouca disposição para transformar entusiasmo em votos. E, como manda a tradição da política, os “apoiadores” fizeram o pedido clássico: queriam mais… para entregar menos. Talvez seja o caso de atualizar a famosa frase atribuída a Júlio César: “Vim, vi e venci.”No caso bragantino, a paráfrase parece mais apropriada: “Veio, viu e perdeu.” Na volta à




