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Pero Vaz de Caminha

CAI A CREDIBILIDADE

Há um peso silencioso quando o jornalismo troca a lucidez pelo acerto de contas. As derrotas do passado, naturais na arena das campanhas e das ideias, não deveriam sobreviver nas entrelinhas de quem escreve para o público. O ofício da palavra exige grandeza: informar sem rancor, analisar sem feridas abertas. Afinal, a credibilidade nasce justamente da capacidade de separar memórias pessoais da responsabilidade coletiva de comunicar.

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Pero Vaz de Caminha

MAIS DINHEIRO E POUCA TRANSPARÊNCIA

O plenário vazio dizia mais do que qualquer discurso. Cadeiras espalhadas, microfones mudos e a pressa silenciosa de quem prefere votar longe dos olhos do povo. Assim, a Câmara dos Deputados aprovou mais uma lei dos partidos — dessas que chegam embrulhadas em palavras bonitas, mas carregam velhos vícios por dentro. Do lado de fora, o país seguia trabalhando, pegando ônibus lotado, tentando fechar as contas do mês. Do lado de dentro, sem debate e sem comunidade, decidiram mexer justamente no período eleitoral, onde cada brecha pode virar caminho para mais dinheiro obscuro e menos transparência. No fim, ficou a sensação de sempre: quando a política perde a coragem de conversar com a sociedade, cresce a desconfiança de que alguém está ganhando no silêncio aquilo que não conseguiria explicar em

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Pero Vaz de Caminha

UM PERIGO PARA O COLETIVO

Agentes públicos envolvidos em investigações por malfeitos em períodos eleitorais, sobretudo quando lançados como pré-candidatos, rapidamente passam à condição de ‘personas non gratas’ até mesmo entre antigos aliados partidários. A política, ambiente marcado por conveniências e sobrevivência, não costuma oferecer abrigo a quem carrega o peso da suspeita pública. A única certeza que resta a esses personagens é a derrocada: perdem espaço no cenário político, enfraquecem suas campanhas e tornam-se peças descartáveis no tabuleiro eleitoral. O mais curioso — e ao mesmo tempo cruel — é observar a mudança de comportamento ao redor deles. Antes cortejados, bajulados e cercados de companheiros, passam a ser evitados como se carregassem uma doença contagiosa. O silêncio substitui os discursos de apoio; os apertos de mão dão lugar ao distanciamento estratégico. Em nome da

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Pero Vaz de Caminha

PRIORIDADES ELEITORAIS

Na política, a chamada “Operação Limpa Trilhos” não acontece nos bastidores escuros dos filmes, mas nos corredores iluminados das alianças eleitorais. O objetivo é simples: retirar da disputa candidaturas que possam atrapalhar projetos considerados maiores ou mais estratégicos. Nas eleições para os parlamentos, essa prática virou peça tradicional do jogo eleitoral. Apoiar de maneira forte, nomes de aliados confiáveis com chances de se eleger e por esta razão trata-los como prioridade. No discurso, fala-se em unidade; na prática, muitos enxergam uma seleção antecipada de quem pode ou não continuar na corrida política.

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Pero Vaz de Caminha

APRENDIZADO NA MALANDRAGEM

O altruísmo é um nobre sentimento. A pessoa altruísta se doa para o próximo sem esperar nada em troca. É uma das definições sobre a palavra envolvida neste momento. Algumas decisões seriam de fato altruísmo, se no reencontro quase forçado houvesse humildade e um objetivo sincero. Seria altruísmo, se na realidade não houvesse o temor de perder o poder, de ambos. Apenas pura conveniência política, em um projeto de poder. É bom lembrar o dito por um político em outra época, na sua visão obtusa, cifrada e de forma figurada, mas infelizmente bastante apropriada para a politicagem – “ser político é se unir com Deus ou com o diabo para chegar ao Poder”. Não é vivência e sim um aprendizado na malandragem.

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Pero Vaz de Caminha

IGOR NO NINHO TUCANO

A notícia da filiação do prefeito de Belém, Igor Normando ao PSDB, deixando o MDB causou surpresa na política paraense. O ato foi realizado em Brasília na direção nacional do partido. O comando regional que estava sob o comando do ex-deputado federal Nilson Pinto, que atualmente é o presidente do Instituto Ideflor-Bio e a esposa Lena Pinto como candidata à deputada federal também pelos tucanos. Ao que tudo indica o prefeito da capital paraense deverá assumir a direção da sigla no Pará. A pergunta persistente de  eleitores é de que forma esta mudança estaria afetando a candidatura da Lena Pinto – Positiva ou negativa?

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

“com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil com ela mesma”

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