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Pero Vaz de Caminha

CORRIDAS EM CAMPANHA

No início da campanha sempre aparece quem já se sente eleito. Um gráfico aqui, um comentário bem direcionado ali, e pronto: já tem gente escolhendo até a moldura do retrato oficial. Ledo engano. Eleição não se ganha no susto nem no impulso. Não é tiro curto de 100 metros, onde quem larga bem cruza a linha na frente. Política é outra pista, mais longa, mais sinuosa, onde o fôlego conta mais que a pressa e a constância vale mais que o barulho. No começo, muitos correm olhando para trás, comemorando aplausos prematuros. No meio do caminho, alguns perdem o ritmo, outros tropeçam nas próprias certezas. E há aqueles que, silenciosos, seguem firmes, guardando energia, ajustando o passo, entendendo o terreno. Campanha é corrida de fundo. Exige estratégia, resistência e, sobretudo,

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Pero Vaz de Caminha

REVOADA ELEITORAL

Em Bragança, às margens do Rio Caeté, não é só o vento que muda de direção — é também o rumo de quem sonha com voto. De repente, como numa revoada bem ensaiada, surgem pré-candidatos de todos os cantos, sobrevoando ruas, feiras e esquinas com discursos prontos e promessas recém-saídas do ninho. Uns pousam leves, com conversa mansa e sorriso largo. Outros fazem rasante, tentando chamar atenção no grito e na pressa. Há ainda os que apenas circulam, esperando o melhor momento para descer e se apresentar como novidade, embora o eleitor já reconheça o voo antigo. Enquanto isso, o povo observa do chão, acostumado com esse espetáculo que se repete a cada temporada. Sabe que, passada a revoada, muitos voltam para longe, e poucos ficam para enfrentar o tempo

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Pero Vaz de Caminha

SEM IDENTIFICADOS

O vereador João Paulo (PP) da Câmara Municipal de Bragança no Pará, critica como se diz no popular sem dar os ‘nomes aos bois’ dos possíveis atingidos. Lembra uma Comissão Parlamentar composta de dois deputados, um federal e outro estadual, que visitaram a ponte do Sapucaia recentemente para tratar de reparos necessários urgentes e necessários. Chegou um equipamento que nada fez e foi embora. Lembrando – “Dar nome aos bois” é uma expressão popular brasileira que significa identificar claramente, citar nominalmente ou especificar os responsáveis por um fato, erro ou problema, em vez de falar de forma vaga ou genérica . É sinônimo de ser direto, transparente e apontar culpados ou autores de algo.

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Pero Vaz de Caminha

CONSIDERADA A VERDADEIRA OPOSIÇÃO

A respeito da postagem no Blog do Pero Vaz de Caminha, sobre a possível candidatura da vereadora Tatiana Rodrigues (PSDB) à prefeita de Bragança, na região nordestina do Pará, os comentários e visualizações superaram todas as expectativas. A maioria diz – que mesmo não sendo candidata, já se transformou na mais forte oposição do município. Para muitos a vereadora assume o posto de legítima comandante oposicionista na Pérola do Caeté.  

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Pero Vaz de Caminha

CANDIDATA À PREFEITA DE BRAGANÇA

Pelas recentes posições tomadas, há quem aponte a vereadora Tatiana Rodrigues como futura candidata à prefeita de Bragança, no nordeste do Pará. Há quem concorde, afinal de contas ela por muito tempo foi secretária Municipal de Finanças na gestão do Raimundo Oliveira, conhecido como Raimundão, onde sempre colaborou com as tomadas de decisões do ex-prefeito, na temporada de 2017 a 2019. E ainda por cima é concursada da Prefeitura, na condição de auxiliar administrativa. Pelo menos aparentemente deve ter conhecimento sobre todas as movimentações de recursos financeiros na Prefeitura de Bragança, enquanto por lá esteve. Não custa lembrar que também trabalhou no setor de tributos do governo do Edson Oliveira e no governo do padre Nelson como secretária de finanças.

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Pero Vaz de Caminha

ALUGUÉIS NAS ALTURAS

Em Bragança, a Pérola do Caeté, o burburinho da vez não vem das marés nem das feiras, mas dos contratos de aluguel para órgãos públicos. Casas que antes passavam despercebidas agora ganham status de “imóveis estratégicos”, com valores que fazem o contribuinte franzir a testa. Entre corredores e assinaturas, surgem perguntas que ecoam mais alto que respostas: é necessidade ou conveniência? Enquanto isso, o cidadão comum segue pagando a conta, assistindo de longe a dança dos contratos — onde nem sempre fica claro quem conduz e quem apenas acompanha o ritmo.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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