
UMA QUESTÃO DE ESCOLHA PESSOAL
Nunca é demais lembrar a célebre frase de Martin Luther King Jr.: “O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons.” Há pensamentos que atravessam o tempo justamente porque continuam encontrando lugar nos acontecimentos do presente. Essa frase é um deles. Vivemos em uma democracia na qual cada cidadão tem o direito — e, no Brasil, o dever — de escolher seus representantes pelo voto. Ainda assim, não é raro encontrar alguém que diga estar à espera de uma orientação de seu líder religioso para saber em quem votar, como se a consciência individual pudesse ser terceirizada a uma autoridade. A fé pode iluminar caminhos, inspirar valores e ensinar princípios. Mas uma democracia exige cidadãos capazes de pensar, discernir e fazer suas próprias escolhas.




