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Pero Vaz de Caminha

A RECIPROCIDADE

O mundo está percebendo que o termo ‘reciprocidade’, está em pleno uso em todos os momentos e atos possíveis. O “entregar a outra face” um ensinamento de Jesus no Sermão da Montanha, que significa não responder à violência com outra violência, evitando a vingança e a retaliação, parece ter caído no esquecimento. Até na base para amizades e relacionamentos amorosos, onde ações de cuidado, carinho e atenção são devolvidas proporcionalmente, fortalecendo o vínculo e evitando desequilíbrios emocionais, a reciprocidade está se tornando uma realidade. De volta a antiga expressão – bateu, levou!

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Pero Vaz de Caminha

OS BAILES DA VIDA

Chitãozinho e Chororó cantam de Milton Nascimento, ‘Nos bailes da vida’; que o artista vai onde o povo está. Creio que o mesmo deveria acontecer com os gestores públicos. È a melhor maneira de conhecer os problemas e ansiedades de uma população. Quando ele se afasta do público, deve estar acontecendo também que o povo está se afastando dele. É inconcebível que um gestor público principalmente aquele eleito possa tomar este tipo de atitude. É inadmissível governar sem o apoio popular. Governar a partir de um gabinete ouvindo apenas os áulicos do poder, é iniciar um suicídio ou isolamento político. Deixar de ser aquele que nas eleições se embrulhava com povo batendo no peito prometendo as mudanças que os eleitores precisavam, não passa de um embusteiro participando de um estelionato

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Pero Vaz de Caminha

CONSELHOS SUSSURRADOS

Há ditados que atravessam o tempo como se fossem conselhos sussurrados pelos mais antigos. “Quando um não quer, dois não brigam” é um deles. Simples na forma, profundo no sentido. No fundo, ele revela que conflito nunca é obra de um só — precisa sempre de combustível dos dois lados. Mas a vida ensina um detalhe que o ditado nem sempre diz em voz alta: quando um não quer, não há briga… há distância. Há silêncio. Há portas que se fecham sem alarde. Porque evitar o confronto muitas vezes não é sinal de fraqueza, mas de escolha. E assim, em vez de gritos, surgem ausências. Em vez de disputa, o afastamento. No fim, não é a briga que define as relações, mas quem decide ficar — e quem prefere apenas

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Pero Vaz de Caminha

EXPONDO O PASSADO

Na vida política, ninguém escapa do próprio extrato. Durante o mandato, muitos gastam promessas como quem usa crédito fácil, confiando que a memória do povo tem prazo curto. Mas eleição é tempo de auditoria. De repente, aquilo que parecia esquecido reaparece: compromissos não cumpridos, palavras ditas ao vento, acordos mal explicados. Inclusive todos os ‘boletins de ocorrências policiais ou judiciais’ acontecidos no passado, mas que ainda estão vigentes.  Cada ação vira lançamento, cada silêncio vira débito. E não adianta tentar renegociar com discurso bonito. O eleitor, que pode até perdoar, dificilmente esquece quando sente no bolso ou na vida o peso das decisões. No fim, a urna funciona como gerente rigoroso: aprova quem manteve saldo de confiança e rejeita quem viveu de cheque especial político.

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Pero Vaz de Caminha

LENA PINTO COM RENATO OLIVEIRA

LENA PINTO COM RENATO OLIVEIRA Confirmando a parceria de Lena Pinto (PSDB) para federal e Renato Oliveira (Avante) para a eleição de outubro próximo. A dupla esteve na inauguração do prédio alugado pelo Estado, em Bragança, onde vai funcionar a representação do Ideflor Bio no município. Depois da parte protocolar oficial os dois foram recebidos por um público no restaurante Casa Jambú, com direito a pronunciamentos políticos eleitorais.

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Pero Vaz de Caminha

HUMOR OU HORROR?

A politicalha parece ter trocado o palanque pela tela do celular. O debate virou postagem, o argumento virou meme, e a crítica, muitas vezes, chega embrulhada em humor de mau gosto, que provoca risadas fáceis. Há quem trate tudo como humor — como se governar fosse um grande grupo de WhatsApp onde vence quem faz a piada mais compartilhada. Mas nem todo riso é leve. Por trás de montagens e indiretas, existe uma politicagem que mais confunde do que esclarece, mais ataca do que constrói. O que se disfarça de brincadeira, às vezes, carrega desinformação, distorce fatos e transforma adversários em caricaturas. Fica a dúvida no ar: estamos rindo juntos ou sendo levados pelo riso? Porque quando a política vira apenas entretenimento, o risco é grande de que o cidadão

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

“com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil com ela mesma”

Joseph Pulitzer

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