
ÀS MARGENS DO CAETÉ
Conta a história que, às margens do rio Rubicão, em Roma, Júlio César tomou uma decisão que mudaria o curso da história. Ao atravessar o rio com suas tropas, teria pronunciado a célebre frase: Alea jacta est — a sorte está lançada. Séculos depois, em Bragança do Pará, às margens do nosso querido rio Caeté, a história parece inspirar uma nova reflexão. Olhares atentos, conversas reservadas, movimentos discretos e articulações políticas começam a desenhar o cenário das eleições municipais de 2028. Como nas águas do Rubicão, há quem esteja prestes a atravessar a fronteira entre a intenção e a decisão. Uns calculam os riscos, outros aguardam o momento oportuno, enquanto alguns já se movimentam como se a disputa tivesse começado. Mas o Caeté, testemunha silenciosa de tantas histórias bragantinas, parece




