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Pero Vaz de Caminha

O JOGO DE SEMPRE

No conhecido blog do Pero Vaz, algo parecido já havia sido comentado: algumas pesquisas eleitorais parecem começar a corrida como foguete e terminar como pedra. A estratégia não é nova — sair bem posicionado na largada, criar a sensação de força, alimentar expectativas e ocupar conversas. O problema é quando a realidade resolve entrar na disputa. Aí começa a lenta descida ladeira abaixo, sem freio e sem atalho. Porque números podem até empolgar no começo, mas eleição continua sendo decidida quando o eleitor transforma pesquisa em voto.

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Pero Vaz de Caminha

DISCUSSÃO POR NADA

Uma ponte apresenta problemas, a população reclama, o tráfego sofre e surge a necessidade do reparo. Até aí, tudo parece simples. Mas, antes mesmo do barulho das máquinas, aparece outro ruído: a disputa sobre quem chamou o DNIT, quem fez o pedido, quem merece os aplausos. O foco muda da ponte para os holofotes. Enquanto isso, quem passa diariamente pelo local quer apenas segurança e solução. Afinal, cuidar da infraestrutura não deveria ser tratado como favor ou troféu político. É obrigação de qualquer representante público buscar melhorias para a população. O que realmente merece destaque não é quem levou a notícia, mas quem resolveu (se de fato resolveu) o problema necessário para todos.

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Pero Vaz de Caminha

MULETAS QUEBRADAS

O noticiário nacional repete que as pesquisas eleitorais apontam a enorme dificuldade de qualquer 3ª via ter sucesso, ou seja, decolar na campanha para presidente do Brasil. Indica ainda a preocupante situação de candidatos aos governos estaduais, que esperavam apoios fortes em suas regiões de candidaturas promissoras na política nacional. Assim sendo as muletas que amparavam as candidaturas estaduais também estão quebradas e com pouca possibilidade de conserto.

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Pero Vaz de Caminha

MUITA CONVERSA

Alguns políticos, quando apanhados em falcatruas, acreditam que a melhor defesa é falar sem parar. Convocam entrevistas, inflam discursos, distribuem versões e tentam transformar evidências em perseguição. Mas existe um detalhe cruel na verdade: ela não precisa de muito esforço para permanecer de pé. Quanto mais se explicam, mais tropeçam nas próprias palavras. O que era apenas suspeita ganha capítulos, personagens e contradições. A tentativa desesperada de apagar o incêndio acaba jogando combustível na fogueira. A velha máxima continua resistindo ao tempo e às manobras ensaiadas: contra fatos não há argumentos. Depoimentos que parecem mais conversa de bêbado pra delegado.

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Pero Vaz de Caminha

JURANDO DE DEDOS CRUZADOS

A maneira de agir na política brasileira tem muita semelhança com a direção do futebol profissional. Ao depararmos com a declaração de um presidente de uma sigla partidária nacional, bradando que, apesar da atual situação preocupante que estaria envolvido o candidato do seu partido, mas ele considera que este deve estar bastante prestigiado. Esta incoerência relembra os dirigentes dos clubes de futebol, quando a situação do técnico está difícil. Eles também afirmam que o treinador está bastante prestigiado. Não demora muito e eles são afastados. Parece que a palavra ‘prestigiada’ é sinônimo de afastamento.

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Pero Vaz de Caminha

A SORTE ESTÁ LANÇADA

No momento atual de tensão misturando política com polícia em Bragança, alguns velhos jargões populares poderiam ter sido usados como aprendizado. A sabedoria do povo, muitas vezes desprezada nos discursos inflamados, também poderia ter lembrado, que quem tem rabo de palha não deve atiçar fogueiras. Além disto a cautela poderia ter sido exercida, afinal, o calor das acusações costuma se espalhar rápido demais e, quase sempre, sem escolher direção. Na política, palavras lançadas ao vento podem voltar como efeito bumerangue. Todo ataque exagerado no passado vira o constrangimento de hoje ou de amanhã. . Porque há momentos em que o silêncio estratégico deveria valer mais do que o barulho de uma fogueira acesa por vaidade. Por fim, quem com o ferro feriu, com o ferro poderá ser ferido. Tanto na

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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