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Pero Vaz de Caminha

O FUTURO COMO SERÁ?

Nas eleições para governador, o olhar dos prefeitos raramente está apenas no palanque — está, sobretudo, no futuro. Cada discurso é ouvido com uma espécie de cálculo silencioso, como quem mede a distância entre a promessa e o convênio, entre o aceno político e a liberação de recursos. Nos bastidores, a preocupação é prática: quem será o próximo gestor estadual e, mais do que isso, como será a relação com os municípios? Porque, no fim das contas, é nessa ponte — entre Estado e prefeituras — que passam obras, investimentos e até pequenas soluções do dia a dia. Há prefeitos que já se posicionam cedo, outros preferem aguardar o vento soprar com mais clareza. Mas todos, sem exceção, sabem que a escolha não é apenas ideológica — é também administrativa,

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MANOEL PIONEIRO EM BRAGANÇA

Esteve em Bragança no nordeste paraense, o ex-deputado estadual e ex-prefeito de Ananindeua, Manoel Pioneiro (Republicanos). Atualmente ele é pré-candidato a deputado federal, para as próximas eleições em outubro. Foi recebido por Socorro Oliveira, irmã do deputado estadual Renato Oliveira. Lembrando que recentemente o Pioneiro comandava os cheques moradias na COHAB. Na casa de recepção WT Eventos, estavam no palanque além do recepcionado, as vereadoras Tatiana Rodrigues e Manu Oliveira e ainda o deputado Renato Oliveira. Como não poderia ser diferente nos devidos discursos não faltaram constantes elogios eleitorais ao convidado visando a eleição de deputado federal.

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DEMOCRACIA AINDA IMPERFEITA

Observando a história brasileira, percebemos ser quase impossível que um governo muito longo não se torne viciado e que não vicie as demais instituições, mesmo, as que aparentemente possam conter poderes semelhantes. As benesses, dos que têm as finanças e a caneta para decidir; costumam corromper os demais. Por isso, entendemos que a permissão para as reeleições foi e é um erro crasso no Brasil. A educação política brasileira, ainda é bastante elementar e dependente para fazer avaliações de gestores. Somente a rotatividade de poderes é capaz de fazer compreender o melhoramento do processo democrático. De uma forma ou de outra, as eleições podem concorrer, mesmo que seja em um processo longo e com bastante reforço educacional, para uma melhoria em gestões. Desde a instalação da República o País teve

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TRAMBIQUES NOS APOIOS

A política paraense em época de eleições sempre promove folclorismos depreciativos em sua história. Nos anos 90 em Jacundá, no sudeste do estado, uma considerada liderança política na região, instado por um candidato a deputado federal, questionando sobre o apoio, inclusive com pagamentos antecipados, teve o descalabro na resposta – está tudo certo! : a minha mulher está apoiando a sua candidatura e eu vou apoiar outra. O candidato a deputado federal bastante irritado perguntou – e a sua cozinheira vai apoiar quem? Enfim, qualquer semelhança é mera coincidência.

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AUTODEFESA DO PARLAMENTO

No plenário, onde se esperava ecoar a voz do povo, começa a soar mais alto o coro da autoproteção. O Congresso, que deveria fiscalizar e legislar, parece por vezes vestir a toga da própria defesa — como se cada cadeira carregasse um advogado invisível, sempre pronto a justificar o injustificável. Enquanto isso, as emendas escorrem pelo orçamento como pequenos rios desviados do leito principal, irrigando interesses que raramente passam pelo crivo da necessidade coletiva. Não é que o mecanismo seja ilegítimo; o problema é quando a exceção vira regra e o detalhe vira destino. Assim, entre discursos inflamados e cifras discretas, vai se moldando um parlamento que, em vez de se abrir ao país, fecha-se em torno de si mesmo — confundindo representação com preservação e política com conveniência.

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CORRIDAS EM CAMPANHA

No início da campanha sempre aparece quem já se sente eleito. Um gráfico aqui, um comentário bem direcionado ali, e pronto: já tem gente escolhendo até a moldura do retrato oficial. Ledo engano. Eleição não se ganha no susto nem no impulso. Não é tiro curto de 100 metros, onde quem larga bem cruza a linha na frente. Política é outra pista, mais longa, mais sinuosa, onde o fôlego conta mais que a pressa e a constância vale mais que o barulho. No começo, muitos correm olhando para trás, comemorando aplausos prematuros. No meio do caminho, alguns perdem o ritmo, outros tropeçam nas próprias certezas. E há aqueles que, silenciosos, seguem firmes, guardando energia, ajustando o passo, entendendo o terreno. Campanha é corrida de fundo. Exige estratégia, resistência e, sobretudo,

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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