
POR QUE SER PRESIDENTE?
O que teria estimulado três candidaturas à Presidência? Há momentos em que a política brasileira parece uma espécie de feira de vaidades, onde cada barraca oferece ao eleitor uma explicação diferente para o mesmo fenômeno: a vontade quase irresistível de chegar ao Palácio do Planalto. É difícil não perguntar o que teria estimulado algumas candidaturas presidenciais que, olhando de fora, parecem desafiar a lógica eleitoral. Ronaldo Caiado deixou o governo de Goiás para entrar na corrida nacional. Romeu Zema, depois de comandar Minas Gerais, também decidiu trocar o conforto relativo de um governo estadual pela imprevisibilidade de uma eleição presidencial. E aparece ainda Augusto Cury, conhecido por seus livros de desenvolvimento pessoal e por ter construído uma enorme fortuna com sua atividade de vendedor. A pergunta, portanto, não é apenas




