POR QUE NÃO TEM?

Toda unanimidade é burra – esta frase é atribuída a Nelson Rodrigues, o genial escritor brasileiro que teve as mais contundentes crônicas no jornalismo brasileiro. Pode até ter razão, mas nem sempre. Há casos em que a unanimidade não é burra, ou talvez a unanimidade não seja unânime. É muito difícil entender que não haja oposição à uma gestão pública. Algo inexplicável deve haver por detrás e ainda não foi descoberto ou reportado.

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MISTURA IMPRÓPRIA

Caso acontecesse no funcionalismo público, alguém chamaria de desvio de função. Complica-se e mistura-se no Brasil o estudo de ciência política. O envolvimento de alguns profissionais da área como assessores de políticos ou até outros que se candidatam prejudica a razão da finalidade da ciência política em si. Estas ações empanam o brilho daquilo que poderia ser a teoria e prática da política e ainda o ato de descrever e analisar os sistemas políticos e os comportamentos políticos. Alguns se manifestam aproveitando o título adquirido, para de forma sub-reptícia e mal disfarçada, demonstrarem suas preferências ou tendências à determinada candidatura eleitoral. Saem da profunda discussão acadêmica do assunto e deixam de lado a essência da ciência política propriamente dita e partem para o proselitismo, tentando desta maneira dirigir o público

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BLEFANDO NA POLÍTICA

Em determinados momentos, não há na política apenas um jogo de xadrez. Pode estar também sendo aplicadas algumas movimentações semelhantes a de um jogo de baralho, principalmente o pôquer. Neste carteado é possível blefar com uma candidatura. Mesmo sabendo sem condições de uma campanha vencedora, o jogador (o político) apresenta um blefe, ou seja, uma jogada como tivesse cartas ou trunfos suficientes para vencer. No caso, está blefando, para poder barganhar, se houver necessidade de uma negociação. Na realidade valorizando aquilo que não tem.

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SEM DESTINO

Quem precisa de muita publicidade é comércio, principalmente os supermercados. A publicidade correta para um político, está em seus projetos, notadamente os realizados e os com possibilidades de realizações. Político sem rumo, é como um barco à deriva procurando porto para encostar. Fora disto, apenas conversas fiadas, sem norte, sem público e uma região verdadeira para representar. Ficando apenas no varejo, semelhante à mosca de confeitaria. Pousando em vários pães, bolos e outros do ramo e acaba não comendo nenhum. A representação de um “homem público”, no sentido amplo genérico, está na demonstração a quem representa e não a uma infinidade exagerada. Vale mais grupos coesos do que “sonhos de verão”.

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DESDE O COMEÇO

Observando a história brasileira, percebemos ser quase impossível que um governo muito longo não se torne viciado e que não vicie as demais instituições, mesmo, as que aparentemente possam conter poderes semelhantes. As benesses, dos que têm as finanças e a caneta para decidir; costumam corromper os demais. Por isso, entendemos que a permissão para as reeleições foi e é um erro crasso no Brasil. A educação política brasileira, ainda é bastante elementar e dependente para fazer avaliações de gestores. Somente a rotatividade de poderes é capaz de fazer compreender o melhoramento do processo democrático. De uma forma ou de outra, as eleições podem concorrer, mesmo que seja em um processo longo e com bastante reforço educacional, para uma melhoria em gestões. Desde a instalação da República o País teve

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O ESPELHO DA HISTÓRIA

A derrota de Napoleão Bonaparte na Rússia, é a maior demonstração de que lutar enraivecido, não é, como dizem os advogados, de bom alvitre. Simplesmente, perdeu a guerra, para o seu ex-amigo o czar Alexandre I, quando lutou no território do inimigo, segundo alguns historiadores. Até nas lutas a inteligência tem que ser predominante, para o uso de determinadas ações. É não ter aprendido que – a vingança, é um prato que deve ser servido bastante frio.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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