O Executivo limitou em 43% o pagamento de emendas parlamentares neste ano, liberando R$ 46,4 bi dos R$ 81,4 bi previstos. As mais afetadas foram as de comissão, seguidas pelas de bancada e pelas individuais.
Segundo a Conorf, as emendas de relator foram totalmente bloqueadas. O decreto também restringe R$ 64,6 bi de ministérios, com maior impacto absoluto na Saúde e na Educação e proporcional no Turismo e na Integração Regional.
O corte integra uma limitação geral de R$ 99,6 bi nas despesas de 2025, reduzindo de R$ 310,2 bi para R$ 210,6 bi o valor autorizado para pagamentos no terceiro trimestre.
Fonte : Vero