Bragança, em ano eleitoral, vira mais uma vez palco de teste de força. A cidade observa, anota e compara. De um lado e do outro, os grupos adversários seguem abastecidos: chegam obras, promessas, visitas oficiais e discursos afinados, com carimbo do governo estadual e do federal. Tudo parece equilibrado no papel, mas a urna costuma ter memória própria. No fim, Bragança não escolhe quem ajudou mais — escolhe quem convenceu melhor. E voto, por aqui, ainda é o único apoio que não vem por convênio.
Uma resposta
A verdade e que em quanto temos um povo que sobrevive de auxílio e não tem a perspectiva e a sabedoria doque significa a palavra desenvolvimento, econômico, social, cultural e principalmente mental. Temos um povo alienado sem pensamentos próprios e sem o desejo do desenvolvimento próprio e coletivo.