PANACEIAS DA VIDA
Há personagens públicas que cometem devaneios ilusórios, próprios de poetas. Lembrando na oportunidade o renomado brasileiro, Manuel Bandeira, em que uma cidade em seu pensamento foi transferida para um poema. ‘Vou-me embora pra Pasárgada’, escrita no papel, idealizando uma cidade, com solução pra todos os problemas. Uma cidade utópica e imaginária. Mais interessante é também ler um comentário sobre a vida de quem sempre foi um grande ator, não só do humor, Charles Chaplin – a vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.