Um tribunal não pode ser controlado por proselitismos políticos. O Brasil não deve e nem pode aceitar mais, retóricas apropriadas a de câmaras parlamentares. O País precisa de decisões judiciais e não mais de aulas sobre conhecimentos jurídicos ou de citações ou opiniões de quem não é especialista no assunto. Não precisamos de posições políticas de nenhum membro do Judiciário. Parlar, que vem do latim e é apropriado ao parlamento e nunca a um Judiciário que deveria se fazer respeitar através de decisões baseadas em leis. Discursos são mais apropriados aos candidatos a cargos eletivos. Necessitamos de leis terrivelmente corretas, e só.