Votar em candidato sem experiência para cargo executivo é como embarcar em um barco ainda sem teste nas águas revoltas da realidade. Na campanha tudo parece simples, discursos animam, promessas encantam e os sonhos são vendidos como certezas. Mas governar exige muito mais do que vontade ou popularidade momentânea. Acreditar apenas no que ainda não foi provado é transformar eleição em aposta. E apostas podem até dar certo, mas também podem cobrar caro quando a improvisação encontra os problemas reais de uma cidade, de um estado ou de um país. Experiência não garante perfeição, porém a falta dela quase sempre traz aventuras perigosas para quem depende das decisões do poder público.