Houve um tempo em que Roma parecia eterna. Sua força militar, sua organização, sua cultura e sua influência faziam acreditar que nenhum poder seria capaz de abalá-la. Aos olhos do mundo, o império era invencível. Mas o tempo, que constrói grandezas, também as desgasta. Roma perdeu seu brilho e deixou para trás mais perguntas do que respostas definitivas. Historiadores apontam diferentes causas para sua queda, mas nenhuma explicação, isoladamente, consegue resumir o fim de um império tão grandioso. Talvez a maior herança de Roma não seja apenas suas estradas, suas leis ou seus monumentos, mas a lição silenciosa de que nenhum poder é eterno. Assim como as estações do ano, os impérios também têm seus ciclos: nascem, crescem, atingem o auge e, inevitavelmente, cedem lugar a novos tempos.