O Brasil parece viver uma eterna dança entre o potencial e a realidade. De tempos em tempos, surge uma notícia que reacende o orgulho nacional e nos faz olhar para o futuro com um pouco mais de esperança. Segundo projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI), o país poderá voltar a ocupar, em 2027, o posto de oitava maior economia do mundo, ultrapassando Rússia e Itália. Não é pouca coisa. Afinal, o Brasil já chegou à sétima posição em 1995 e entre 2010 e 2014, tempos em que o país também alimentava grandes expectativas. Agora, a possibilidade de subir novamente no ranking desperta a lembrança de que somos uma nação de imensas riquezas, de um povo trabalhador e de oportunidades que parecem nunca se esgotar. O desafio, porém, é fazer com que essa posição deixe de ser apenas um número nas estatísticas internacionais e se transforme em progresso sentido no cotidiano de cada brasileiro.