Há personagens públicas que cometem devaneios ilusórios, próprios de poetas. Lembrando na oportunidade o renomado brasileiro, Manuel Bandeira, em que uma cidade em seu pensamento foi transferida para um poema. ‘Vou-me embora pra Pasárgada’, escrita no papel, idealizando uma cidade, com solução pra todos os problemas. A ficção permite ser real na forma literária. Mas, saindo de Pasárgada para Bragança, no nordeste paraense, a dita cuja solução, serve apenas para alguns devaneios políticos e demagógicos. As promessas estão se transformando em uma panaceia, ou uma bandeira eleitoral, enquanto a realidade não vem.