UMA NOVA CONQUISTA

A política nunca foi uma estrada reta. Quem insiste em enxergá-la assim se perde logo na primeira curva. Ela é feita de desvios, recuos e avanços inesperados — um verdadeiro zigue-zague onde certezas duram pouco e os caminhos mudam sem aviso. Há momentos em que seguir adiante significa, na verdade, parar. Olhar para trás não como fraqueza, mas como consciência de que um ciclo chegou ao fim. E encerrar ciclos, na política como na vida, exige coragem — mais do que começar. Porque novos rumos não nascem do apego ao que já não funciona, mas da disposição de recomeçar. Mesmo sem mapa, mesmo sem garantias, apenas com a convicção de que permanecer parado é o único erro imperdoável

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“com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil com ela mesma”

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