Em Bragança, a Pérola do Caeté, o burburinho da vez não vem das marés nem das feiras, mas dos contratos de aluguel para órgãos públicos. Casas que antes passavam despercebidas agora ganham status de “imóveis estratégicos”, com valores que fazem o contribuinte franzir a testa. Entre corredores e assinaturas, surgem perguntas que ecoam mais alto que respostas: é necessidade ou conveniência? Enquanto isso, o cidadão comum segue pagando a conta, assistindo de longe a dança dos contratos — onde nem sempre fica claro quem conduz e quem apenas acompanha o ritmo.