Os próximos 12 meses serão de calor intenso, com 33% de chance de ultrapassar 2023 como ano mais quente, e 99% de probabilidade de figurar entre os cinco com temperaturas mais elevadas já registradas. Divulgado ontem em uma coletiva de imprensa on-line, o novo relatório da Administração Nacional Oceânica Atmosférica (Nooa) dos Estados Unidos também confirmou que a cobertura de gelo marinho da Antártida caiu para um nível recorde, com os termômetros atingindo marcas históricas na superfície do planeta e nos oceanos no ano passado.
O órgão da ONU confirmou que 2023 foi o ano mais quente da Terra. “Continuaremos a ver recordes quebrados e eventos extremos crescerem até que as emissões cheguem a zero”, diz Sarah Kapnick, cientista-chefe da Noaa.
Fonte : Correio Braziliense