Em 1950, o PSD lançou Cristiano Machado como candidato à Presidência da República, mas, ao decorrer da campanha, parte do partido passou a apoiar Getúlio Vargas (PTB). Foi a partir desse episódio que o mundo político cunhou o termo “cristianização”, fenômeno que ocorre quando a legenda abandona seu postulante oficial para dar suporte a um outro com mais chances de vitória. Já estamos mais longe, 2024 e ainda podemos observar em vários eleições este tipo de traição conhecida como ‘cristianização’ em nome do traído.