Talvez seja o preço alto no custo que está espantando, ou quem sabe o relógio político ainda nem despertou de vez. As mesas continuam postas, o café até esfria na xícara, mas as conversas parecem mornas — repetem promessas de visitas que já perderam o aroma há tempos. Por enquanto, fica esse silêncio disfarçado de expectativa, onde se fala muito, mas se entrega pouco, como se o futuro estivesse sempre sendo servido… só que nunca chega à mesa.