Há quem se candidate não por servir, mas por vaidade. Na caminhada, estimulada pelos aplausos e pela promessa de poder, não percebe o perigo: quem hoje segura o estilingue pode amanhã estar atrás da vidraça. E, quando a pedra muda de direção, a vaidade já não protege ninguém. É procurar sarna para se coçar.