POLÍCIA CIENTÍFICA FAZ REPRODUÇÃO SIMULADA DE CRIME EM VISEU, NO PARÁ

Após uma semana de intenso trabalho, a Polícia Científica do Pará (Pcepa) concluiu a realização da reprodução simulada dos fatos relacionados ao caso da menina Ravyla Souza, de 10 anos. Ela foi encontrada morta e apresentava sinais de abuso sexual e tortura na zona rural de Viseu, no nordeste paraense, em junho de 2021. O procedimento foi solicitado pela Justiça a fim de esclarecer as incertezas que envolviam o crime.
Os peritos criminais do Núcleo de Crimes Contra a Vida (NCCV), da Coordenadoria da Pcepa de Castanhal, contaram com o apoio da força-tarefa composta pelas polícias Civil, Militar, Penal e Defesa Civil, além do Corpo de Bombeiros.Foto: Amanda Monteiro/ASCOM PCEPA
A reprodução simulada envolveu a recriação das narrativas apresentadas, em depoimentos à polícia, pelos quatro suspeitos do homicídio e estupro da menina. Além disso, os peritos do Núcleo da Coordenadoria da Pcepa de Castanhal também analisaram os depoimentos de 11 testemunhas do crime.
Para o delegado da Polícia Civil de Viseu, Kalel Almeida, a reprodução simulada é necessária, pois trata-se de um caso emblemático para a cidade. “Começamos com o desaparecimento da menina, avançamos nas investigações do estupro de vulnerável seguido de morte, e agora estamos apoiando a força-tarefa, pois esse procedimento é importante para tentar apresentar à justiça da melhor forma possível o que, de fato, aconteceu”, afirmou o delegado.

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