Nem sempre os que revolucionam servem para comandar após os movimentos vencedores. O maior exemplo disto foi a Revolução Francesa. Caberia também dizer que nem sempre os mais próximos ao poder conquistado, ficarão tão próximos do conquistador. Sempre haverá aquele aproveitador, que se aproxima demonstrando um falso desprendimento e com não menos falsidade se apresenta voluntariamente para uma conquista menos onerosa, menos trabalhosa, em compensação de muito mais valor pessoal e financeiro. Estes novos próximos, sempre procuram afastar os que eram mais próximos, para ocupação de seus lugares. O líder deve sempre ter olhos de moscas, sempre alerta para não ficar preso nesta armadilha. A história política está repleta de falsos amigos que estão à espreita de uma escada para uma subida com pouco esforço. Ninguém é tão amigo, que um dia não possa ser inimigo. Mas ao contrário também acontece.