O novo chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Marcos Antonio Amaro, afirma que o ocupante do cargo durante o governo Jair Bolsonaro, general Augusto Heleno, desconstruiu a institucionalidade do órgão por já ter chegado no Palácio do Planalto com uma carga política.
“Heleno já estava há dez anos fora [do Exército]. Quando veio para cá, ele já veio com essa carga política, já tinha feito campanha para Bolsonaro”, afirmou, em entrevista à Folha de S.Paulo.
O novo ministro afirma que o órgão vai retomar a responsabilidade pela segurança pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que havia sido transferida para a Polícia Federal, justamente por desconfianças em relação ao órgão.
(Folhapress)