Um antigo golpe continua sendo aplicado. Logo na iniciação desta vigarice, ele era praticado através de empresas que “vendiam” táxis através de diárias. A prática funcionava mais ou menos como um aluguel, para que ao final do contrato o vendedor repassasse o veículo ao comprador. A esperteza acontecia mais ou menos neste momento. Quando o carro estava quase pago, os malandros com outro veículo provocavam um “acidente”. Assim sendo o táxi teria que ir para uma oficina e o possível comprador ficava sem condições de fazer os últimos pagamentos e o carro era retomado pelo “vendedor” malandro. Agora esta vigarice está sendo aplicada em “venda” de terrenos. No início da transação o “proprietário” diz que vai entregar a documentação ao final do pagamento das prestações. Quando se aproxima ao final das prestações, o malandro inventa vários questionamentos, inclusive dizendo não ser o verdadeiro dono e apenas um procurador para vender. Com isto o comprador de modo justo e temeroso deixa de pagar as últimas prestações e o assunto vai parar na justiça.