As leis que preveem a remuneração de conteúdo jornalístico pelo Google e pela Meta estão se espalhando pelo mundo e preocupando as plataformas de internet. Desde a implementação do código de barganha na Austrália em 2021, empresas jornalísticas faturaram aproximadamente US$ 200 milhões. Conforme publicado pela Folha de São Paulo, no Canadá, a versão da lei em tramitação no Parlamento pode render até US$ 245 milhões por ano, segundo estimativas.
No Brasil, entidades setoriais como Abert, Aner e ANJ, que representam os principais veículos de mídia, como a Globo e a Folha, estão buscando a inclusão do modelo no PL 2630, projeto de lei das fake news, que é prioridade do Executivo e está em discussão no Congresso.
(Economic News)