CELULARES EM REUNIÕES

É difícil entender por que negociações com apoiadores eleitorais, em reuniões, precisam ser feitas à prova de celular. Talvez seja apenas excesso de cautela. Ou talvez a experiência da festa de Vorcaro, do Banco Master, com políticos, telefones e registros demais tenha ensinado que, em certos ambientes, a tecnologia tem o péssimo hábito de lembrar o que a memória prefere esquecer. No fim, o problema talvez não seja o celular. É o que pode aparecer depois que alguém aperta “gravar”.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

PUBLICIDADE

“com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil com ela mesma”

Joseph Pulitzer

[SIMPLE_POLL id="492"]
OUTRAS NOTÍCIAS

Desenvolvido Por
Belém Sistemas
(91) 98079-5456