GRANDES INFLUENCIADORES ELEITORAIS

A grande mídia e o mercado financeiro nunca aparecem na urna, mas vivem como se tivessem candidatura própria. Não pedem voto em praça pública, não distribuem santinho, mas ocupam espaço nobre no horário mais caro: o da formação de opinião. Entre manchetes, análises “técnicas” e números que sobem e descem como humor de bolsa, vão moldando percepções, escolhendo quem parece viável e quem já nasce derrotado. Não é campanha oficial, mas influencia como se fosse — e sem precisar prestar contas à Justiça Eleitoral. No fim, o eleitor acredita que decidiu sozinho. Mas, em silêncio, já vinha sendo conduzido desde muito antes da escolha parecer sua.

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“com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil com ela mesma”

Joseph Pulitzer

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