Existem atitudes que podem servir para os mais diversos exemplos. No passado, um governador do Pará, em época de decisões de candidaturas municipais e depois de muita conversa com candidatos a prefeito de um município, que apesar de aliados do governo, não se entendiam para fazer uma composição, resolveu então exercer a figura de Pilatos da Roma Antiga, ‘lavou as mãos’. Sejam candidatos, depois das eleições me procurem – com outras palavras disse. Mas a verdade é a seguinte – qualquer prefeito eleito nem que seja de maneira institucional vai precisar do governo estadual. Não aconteceu diferente, os vencedores procuraram o poder estadual. Nestas candidaturas há os que têm votos comprovados no município e os que apenas apresentam um ‘falso servilismo’.