INELEGIBILIDADES EM BRAGANÇA

A grande dúvida política ainda persiste nos bastidores em Bragança no nordeste paraense, sobre inelegibilidades para as próximas eleições. A indagação ainda paira na região – Raimundão e Renato Oliveira poderão se candidatar? O primeiro visando eleição para deputado estadual e o segundo na tentativa de uma reeleição. Cremos que todo este imbróglio somente será devidamente esclarecido quando apresentada a lista do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o assunto, em momento oportuno sobre eleições de 2026. Mesmo assim ainda poderá haver recursos.

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GOSTOS OU INTERESSES ?

Com a reedição brasileira de confrontos entre direita e esquerda, vale lembrar como as diferenças se comportam. Os conceitos vão se adaptando tanto no tempo como no espaço. A discussão sobre esquerda e direita, nunca foi o tamanho do Estado. A Revolução Francesa foi quem inaugurou o debate entre “direita e esquerda”, que na realidade representava as duas correntes de revolucionários, tanto pelos moderados como pelos radicais. O interessante, é que no século XIX a grande dicotomia estava entre liberais e conservadores. Mais interessante ainda, é que à época o liberal era considerado um revolucionário. Já o conservadorismo, não passava de uma reação ao Iluminismo, no caso contra a Revolução Francesa, e que apoiava a restauração do Antigo Regime, por conseguinte o absolutismo que era uma direita clássica bastante estatizante.

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JOÃO PAULO DE OLHO NA ALEPA

Temporada de posições políticas em Bragança no Pará converge para possibilidades de vereadores se dedicarem a uma candidatura a deputado estadual, nas eleições do ano em curso. Recentemente este espaço publicou a possível candidatura da vereadora Tati Rodrigues (PSDB) à uma cadeira na Alepa, Agora na internet colhemos a notícia de que o também vereador João Paulo (PP), estaria pretendendo conquistar uma cadeira no parlamento estadual paraense. Como dizia o barão de Itararé – Não é triste mudar de ideias, triste é não ter ideias para mudar.

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PASSADO E PRESENTE

Nos municípios brasileiros, a política tem memória curta, mas comparação longa. Basta a troca de gestor para que o passado volte a circular em discursos, entrevistas e mesas de café, quase sempre como espelho — ou como espantalho — do presente. Os gestores passados ganham duas versões com o tempo: a romantizada e a demonizada. Na primeira, “naquela época tudo funcionava”, as ruas eram mais limpas, o servidor mais respeitado, a prefeitura mais organizada. Na segunda, herdada pelos atuais, sobra sempre uma terra arrasada, cofres vazios, contratos suspeitos e promessas que nunca saíram do papel. Curiosamente, ambas convivem na mesma cidade, separadas apenas pelo interesse de quem conta a história. O gestor atual, por sua vez, vive o dilema da vitrine. Diferente dos antecessores, governa sob o olhar constante das

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POPULARIDADE E DEMAGOGIA

É justamente aí que mora a dificuldade dos adversários. Atacar um governo popular exige mais do que ironia, memes ou bravatas. Exige proposta, coerência e, principalmente, paciência. Porque o povo pode até se decepcionar, mas não abandona com facilidade aquilo que reconhece como seu. Já o governo demagogo vive de outra matéria-prima. Ele não governa, encena. Alimenta-se de promessas grandiosas, frases de efeito e inimigos imaginários. Sua popularidade é inflada, ruidosa, mas frágil. Depende do aplauso constante e do conflito permanente. Sem palanque, murcha. Sem plateia, revela o vazio. A diferença entre um e outro aparece com o tempo. O governo popular suporta crises, críticas e até erros, porque tem raízes. O demagogo, ao primeiro vento contrário, corre para o discurso vitimista ou para a caça às bruxas. Um dialoga,

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DOMINADO PELO MEDO

Há quem atravesse a eleição de peito estufado, proclamando-se vencedor absoluto antes mesmo da poeira baixar. Fala em maioria, em força popular, em adversário derrotado. Mas, curiosamente, não consegue seguir em frente sem olhar pelo retrovisor. Continua a atacar, a desqualificar, a cutucar aquele que, segundo o próprio discurso, já estaria fora do jogo. Na prática, a velha regra da rua ensina: não se chuta cachorro morto. Quem vence de verdade por antecipação não perde tempo explicando vitória nem tentando convencer os outros de que o outro já perdeu. A obsessão em denegrir o adversário revela mais insegurança do que poder. É como gritar “já ganhei’ com medo de que alguém não acredite. Em política, uma possível vitória sólida se prova no silêncio, nos gestos e na capacidade de articular.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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