A VONTADE DO DESTINO
Estando deputado estadual no verão de 1993, eleito pelo PMDB, mas que por estratégia política assumido a presidência do PDC fui para um novo partido o PPR fruto de uma fusão nacional entre PDS e o PDC. Para cumprir o mandato de deputado, decidi renunciar a diretoria do Diário do Pará, jornal que ajudei a fundar junto com meu pai e outros valorosos companheiros. Naquele ano anterior às eleições governamentais de 1994 na pérgola (assim por modismo era chamada uma das dependências) do Iate Clube, me foi apresentado um plano para a disputa de poder que se avizinhava. Dizia-me o propositor que gostaria de pagar uma gratidão: fazer voltar ao governo um político que já havia governado o Pará quando na ditadura militar, onde os gestores estaduais eram nomeados e