EVOLUINDO

Reza a lenda que ao sair de julgamento da Santa Inquisição onde o cientista Galileu Galilei foi praticamente obrigado a se retratar sobre o sistema heliocêntrico, tese da movimentação da Terra, contrária aos líderes religiosos, teria dito a frase célebre – “Eppur si muove!”, ou seja, “contudo, ela se move”. Para outros historiadores, o texto real seria – “A verdade, não deixa de ser verdade, pelo fato da maioria não concordar.” Muito anos mais tarde, o no momento presidente dos EUA. John Kennedy, teve a oportunidade de dizer – A mudança é a lei da vida. E aqueles que apenas olham para o passado ou para o presente irão com certeza perder o futuro.

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POLÍTICOS SALTITANTES

Assim acontece com os políticos considerados trânsfugas: vivem de galho em galho, trocando de partido como quem troca de camisa, sempre à procura da sombra mais fresca e do fruto mais maduro. No início, parecem espertos, ágeis, donos de um jogo que poucos entendem. Saltam discursos, negam promessas antigas, reinventam convicções com a leveza de quem nunca se comprometeu de verdade. Mas a política, como a vida, tem memória — e o povo, ainda que demore, aprende a reconhecer o movimento repetido. O excesso de saltos cansa a plateia. A confiança, uma vez rompida, não se recompõe com facilidade. E então se cumpre o ditado no outrora: macaco que muito pula quer chumbo. Não como castigo literal, mas como metáfora do desgaste inevitável. Porque chega um momento em que já

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ELIENA CANDIDATA À DEPUTADA ESTADUAL

A vida é demonstrada por sinais e a política não é diferente em suas sinalizações, que se tornam perceptíveis mesmo que sejam através de enigmas. Uma foto postada nas redes sociais, pode significar uma candidatura à deputada estadual em Bragança pelo MDB. Na foto – o ex-prefeito Raimundo Oliveira, a esposa Eliena e ainda o prefeito Mário Júnior. Eliena assinando a filiação ao MDB. O texto ainda não permite dizer que ela é candidata à uma cadeira na Alepa, através das próximas eleições. Cremos que pré-candidata, sim.

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CAMINHOS DA SABEDORIA

Segundo o famoso filósofo chinês, Confúcio -“Há três métodos para ganhar sabedoria: primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; segundo, por imitação, que é o mais fácil; e terceiro, por experiência, que é o mais amargo.” De fato, há três caminhos para a sabedoria: refletir, imitar e experimentar. O mais nobre nos faz pensar, o mais fácil nos guia pelos outros, e o mais amargo nos ensina na prática. No fim, todos são necessários para crescer. Refletir, observar e viver. Três caminhos para a sabedoria — cada um com seu valor, cada um com sua dor. Crescer é passar por todos. No fim, todo caminho ensina — alguns só doem mais que outros. Refletir eleva. Imitar facilita. Experimentar ensina. Sabedoria é viver os três.

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UMA NOVA CONQUISTA

A política nunca foi uma estrada reta. Quem insiste em enxergá-la assim se perde logo na primeira curva. Ela é feita de desvios, recuos e avanços inesperados — um verdadeiro zigue-zague onde certezas duram pouco e os caminhos mudam sem aviso. Há momentos em que seguir adiante significa, na verdade, parar. Olhar para trás não como fraqueza, mas como consciência de que um ciclo chegou ao fim. E encerrar ciclos, na política como na vida, exige coragem — mais do que começar. Porque novos rumos não nascem do apego ao que já não funciona, mas da disposição de recomeçar. Mesmo sem mapa, mesmo sem garantias, apenas com a convicção de que permanecer parado é o único erro imperdoável

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CACHORRO SEM DONO

Na política, dizem que ninguém late à toa. Outro dia caminhando na rua, ouvi dois senhores discutindo sobre lealdade — palavra grande, dessas que cabem mais nos discursos do que nos gestos. Um deles jurava que ainda existiam figuras independentes, livres, capazes de morder a própria mão se fosse preciso. O outro apenas riu, com aquele riso cansado de quem já viu muito. “No poder,” disse ele, “até o silêncio tem dono.” Fiquei pensando e de repente vi um cachorro magro atravessando a pista, farejando restos e desviando de carros. Parecia livre, dono de si. Mas bastou um assobio ao longe para ele parar, hesitar, e então correr — obediente — na direção de quem o chamava. Talvez seja assim também com os homens. Podem até andar soltos, rosnar alto,

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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