FORTALECIMENTO DAS PERNAS DO EX-PREFEITO

Segundo informações daqueles que frequentam o Jiquirí, onde é a residência do ex-prefeito de Bragança, no nordeste paraense, o dono da casa estaria tendo dificuldades para se movimentar. Conhecido como Raimundão, ele estaria precisando de uma intensiva série de fisioterapia, para fortalecer os músculos das pernas. Diante desta imperiosidade, o tratamento está sendo feito. Inclusive com direito à postagens de vídeos na internet.

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CANDIDATURA DO PROFESSOR MANESCHY

Dizer apenas “não discuto política” soa confortável, mas não é neutro. Em tempos em que decisões políticas moldam a vida cotidiana — do preço do pão ao direito de ir e vir — o silêncio ganha contornos de escolha. Pode ser cansaço, claro. Mas também pode ser covardia disfarçada de prudência ou omissão travestida de educação. A política não pede militância permanente, pede responsabilidade mínima. Fugir do debate não nos torna superiores; muitas vezes, nos torna ausentes. Afinal, não discutir política não impede a política de discutir a nossa vida. É de louvar a postura do ex-reitor da UFPA, professor Carlos Maneschy que mesmo com grandes conhecimentos acadêmicos, permanece firme na vida política, disputando cargos eletivos – A “procura do bem para todos”, frequentemente associada ao conceito de Bem Comum,

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DE CERTA FORMA

A reeleição no Brasil foi instituída com o pretexto de que quatro anos seria pouco para o desenrolar de um bom governo. A realidade não diz isto e comprova pelos mais diversos exemplos. Foi aprovada quase ao final do primeiro governo do tucano Fernando Henrique Cardoso, que convenceu a Câmara dos Deputados com a premissa de precisar de mais tempo para governar e fazer um bom governo, acompanhado de outros convencimentos nada republicanos. O resultado do governo de oito anos foi altamente negativo.

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TCM SUSPENDE LICITAÇÕES EM BRAGANÇA

Tribunal de Contas dos Municípios do Pará alcança a prefeitura de Bragança, e homologa 4 medidas cautelares e ainda a suspensão de contratos e processos de licitações. A questão está em a devida prefeitura, não ter publicada as referidas licitações em plataformas próprias do tribunal, o que é obrigatório. A área técnica do TCM percebeu o erro e logicamente denunciou ao conselheiro relator, que tomou as providências necessárias para cumprimento da legislação.

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DISCURSOS SEM APARTES

Hoje, o plenário anda meio vazio, mas a internet vive lotada. Os discursos, antes ensaiados para ecoar nas tribunas, agora cabem em vídeos curtos, legendas bem-humoradas e frases de efeito. O microfone oficial perdeu espaço para o celular em modo selfie, sempre mais disposto a ouvir aplausos virtuais. Nas casas legislativas, as cadeiras seguem alinhadas, pacientes, enquanto os parlamentares preferem falar com algoritmos do que com colegas. Afinal, na tribuna há réplica, tréplica e ata; nas redes, há curtidas, compartilhamentos e a confortável sensação de falar sozinho sem ser interrompido. Comissões discutem temas complexos para poucos atentos, enquanto stories resumem tudo em quinze segundos, com direito a filtro e trilha sonora. O debate vira postagem; o argumento, slogan; a política, performance. No fim, o Parlamento continua de portas abertas, mas

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FATO QUE PODE SER REPETIDO

‘Pela fé da mucura’, costumava dizer Hélio Gueiros. Mas nem por esta manifestação, conseguiu vencer uma disputa para um candidato ao Senado naquele momento considerado de baixa densidade eleitoral em relação a ele, que tinha conquistado os maiores cargos na política paraense. Bastou que Luís Otávio, conhecido como Pepeca, ocupasse a cadeira de presidente da Alepa, e o apoio total do governador de então, Almir Gabriel. O slogan na campanha era – O Senador do Governador. A vitória foi cristalina. Qualquer semelhança com a situação atual, não é apenas uma coincidência. É um fato acontecido em 1998.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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