DE CERTA FORMA

A reeleição no Brasil foi instituída com o pretexto de que quatro anos seria pouco para o desenrolar de um bom governo. A realidade não diz isto e comprova pelos mais diversos exemplos. Foi aprovada quase ao final do primeiro governo do tucano Fernando Henrique Cardoso, que convenceu a Câmara dos Deputados com a premissa de precisar de mais tempo para governar e fazer um bom governo, acompanhado de outros convencimentos nada republicanos. O resultado do governo de oito anos foi altamente negativo.

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TCM SUSPENDE LICITAÇÕES EM BRAGANÇA

Tribunal de Contas dos Municípios do Pará alcança a prefeitura de Bragança, e homologa 4 medidas cautelares e ainda a suspensão de contratos e processos de licitações. A questão está em a devida prefeitura, não ter publicada as referidas licitações em plataformas próprias do tribunal, o que é obrigatório. A área técnica do TCM percebeu o erro e logicamente denunciou ao conselheiro relator, que tomou as providências necessárias para cumprimento da legislação.

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DISCURSOS SEM APARTES

Hoje, o plenário anda meio vazio, mas a internet vive lotada. Os discursos, antes ensaiados para ecoar nas tribunas, agora cabem em vídeos curtos, legendas bem-humoradas e frases de efeito. O microfone oficial perdeu espaço para o celular em modo selfie, sempre mais disposto a ouvir aplausos virtuais. Nas casas legislativas, as cadeiras seguem alinhadas, pacientes, enquanto os parlamentares preferem falar com algoritmos do que com colegas. Afinal, na tribuna há réplica, tréplica e ata; nas redes, há curtidas, compartilhamentos e a confortável sensação de falar sozinho sem ser interrompido. Comissões discutem temas complexos para poucos atentos, enquanto stories resumem tudo em quinze segundos, com direito a filtro e trilha sonora. O debate vira postagem; o argumento, slogan; a política, performance. No fim, o Parlamento continua de portas abertas, mas

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FATO QUE PODE SER REPETIDO

‘Pela fé da mucura’, costumava dizer Hélio Gueiros. Mas nem por esta manifestação, conseguiu vencer uma disputa para um candidato ao Senado naquele momento considerado de baixa densidade eleitoral em relação a ele, que tinha conquistado os maiores cargos na política paraense. Bastou que Luís Otávio, conhecido como Pepeca, ocupasse a cadeira de presidente da Alepa, e o apoio total do governador de então, Almir Gabriel. O slogan na campanha era – O Senador do Governador. A vitória foi cristalina. Qualquer semelhança com a situação atual, não é apenas uma coincidência. É um fato acontecido em 1998.

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PRESIDÊNCIA DA CÂMARA

Pelos corredores e intramuros da Câmara Municipal de Bragança, já é comentado mudanças na mesa diretora da Casa. Embora as eleições por lá só devam acontecer somente  em 15 de dezembro deste ano, mas o nome de Bruno Lima (MDB), já é o mais cotado e falado para assumir a presidência para o outro biênio.

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PRA ONDE FORAM?

As propaladas candidaturas a deputado, de vereadores de Bragança no nordeste paraense, parecem que ‘subiram ao telhado’. Por que o barulho diminuiu bastante? Seria um aviso de que ‘as coisas não estão bem’, que algo diferente poderá acontecer, mas que ainda não foi total revelado? Ou determinações chegaram impedindo a possibilidade de atitudes bafônicas nestes movimentos?

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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