MAIS FESTAS

Na antiga Roma a tradicional política de ‘pão e circo’ deu resultado. Não podemos crer que esta estratégia ainda possa ser usada na atualidade. Saímos de várias festas e os gestores públicos por aqui, já estão em plena atividade visando o Carnaval.

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MODISMO INTOLERÁVEL

Antes da internet, quando trabalhávamos em redações jornalísticas, havia a necessidade de dicionários da língua portuguesa para as devidas consultas. Hoje em dia para lermos jornais impressos ou mesmo os virtuais, não há mais necessidade de usarmos os dicionários da língua portuguesa, mas sim os que possam traduzir do inglês para o português. Existe um modismo que pressupõe ser mais bonito escrever frases que tenham palavras inglesas. Ou até empresas que seus nomes venham também acompanhados de palavras estrangeiras. Quando criticam os nossos sentimentos vira-latas; por favor, não fiquemos indignados.

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EM BUSCA DE ‘CHUMBO’

Um velho adágio permanece nos dias atuais. Sempre lembrado também na vida pública, com ramificações para a política partidária – Macaco que muito pula, quer chumbo. O ditado popular “Macaco que muito pula quer chumbo” significa que quem se move demais e sem rumo, principalmente aqueles que consideram uma campanha eleitoral como se fosse apenas viagens de turismo. No fundo acabam ficando sem os seus principais redutos eleitorais. Giram muito pra poucos votos, trabalho inútil.

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FORTALECIMENTO DAS PERNAS DO EX-PREFEITO

Segundo informações daqueles que frequentam o Jiquirí, onde é a residência do ex-prefeito de Bragança, no nordeste paraense, o dono da casa estaria tendo dificuldades para se movimentar. Conhecido como Raimundão, ele estaria precisando de uma intensiva série de fisioterapia, para fortalecer os músculos das pernas. Diante desta imperiosidade, o tratamento está sendo feito. Inclusive com direito à postagens de vídeos na internet.

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CANDIDATURA DO PROFESSOR MANESCHY

Dizer apenas “não discuto política” soa confortável, mas não é neutro. Em tempos em que decisões políticas moldam a vida cotidiana — do preço do pão ao direito de ir e vir — o silêncio ganha contornos de escolha. Pode ser cansaço, claro. Mas também pode ser covardia disfarçada de prudência ou omissão travestida de educação. A política não pede militância permanente, pede responsabilidade mínima. Fugir do debate não nos torna superiores; muitas vezes, nos torna ausentes. Afinal, não discutir política não impede a política de discutir a nossa vida. É de louvar a postura do ex-reitor da UFPA, professor Carlos Maneschy que mesmo com grandes conhecimentos acadêmicos, permanece firme na vida política, disputando cargos eletivos – A “procura do bem para todos”, frequentemente associada ao conceito de Bem Comum,

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DE CERTA FORMA

A reeleição no Brasil foi instituída com o pretexto de que quatro anos seria pouco para o desenrolar de um bom governo. A realidade não diz isto e comprova pelos mais diversos exemplos. Foi aprovada quase ao final do primeiro governo do tucano Fernando Henrique Cardoso, que convenceu a Câmara dos Deputados com a premissa de precisar de mais tempo para governar e fazer um bom governo, acompanhado de outros convencimentos nada republicanos. O resultado do governo de oito anos foi altamente negativo.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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