SÁBIO E O TORPE

Depois de um grandioso conflito mental, acompanhado de um silêncio apropriado, resolvemos analisar duas características humanas e suas diferenças. Para isto, aproveitamos a política partidária brasileira como pano de fundo, e concluímos – Na política, a sapiência fala baixo e age no tempo certo; a torpeza fala alto, tropeça muito e se acha virtuosa. O sábio entende que poder é instrumento, não espelho. O torpe confunde cargo com grandeza e aplauso com razão. Enquanto a sapiência constrói pontes — mesmo com adversários — a torpeza prefere cavar valas e depois culpar o terreno. Um governa pensando no amanhã; o outro sobrevive do agora, colecionando frases de efeito e decisões vazias. No fim, a política revela seu juízo mais severo: a sapiência pode até perder eleições, mas ganha a história. A

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A DIFERENÇA PROVOCA O MEDO NOS PODEROSOS

O passado nos faz refletir sobre o presente, pensando no futuro. Antônio Lemos é reconhecido por todos, como o melhor prefeito de Belém, em todos os tempos. De simples “criado de bordo da Marinha”, vindo do Maranhão, revolucionou o modo de governar Belém, não somente em obras, mas em todos os sentidos. Ninguém até hoje conseguiu supera-lo no comando da prefeitura. Mesmo assim por questões políticas foi deposto do cargo pelos seus adversários e arrastado pelas ruas de Belém. Perdeu todos os títulos que possuía e ainda foi expulso do Pará e teve que se exilar no Rio de Janeiro. Somente a história lhe devolveu todas as honrarias que lhes foram tiradas até por aqueles que foram beneficiados. No Brasil, os poderosos tem medo de quem faz a diferença.

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APÓS AS FOLIAS

Usando a velha máxima – O Brasil só começa após o Carnaval. Diante disto alguns vereadores de Bragança no Pará, insistem em dizer que a situação da vereadora Tati Rodrigues, que foi cassada por seus pares e conseguiu recurso e retorno através da Justiça, só será resolvida após as festas momescas.

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MAIS FESTAS

Na antiga Roma a tradicional política de ‘pão e circo’ deu resultado. Não podemos crer que esta estratégia ainda possa ser usada na atualidade. Saímos de várias festas e os gestores públicos por aqui, já estão em plena atividade visando o Carnaval.

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MODISMO INTOLERÁVEL

Antes da internet, quando trabalhávamos em redações jornalísticas, havia a necessidade de dicionários da língua portuguesa para as devidas consultas. Hoje em dia para lermos jornais impressos ou mesmo os virtuais, não há mais necessidade de usarmos os dicionários da língua portuguesa, mas sim os que possam traduzir do inglês para o português. Existe um modismo que pressupõe ser mais bonito escrever frases que tenham palavras inglesas. Ou até empresas que seus nomes venham também acompanhados de palavras estrangeiras. Quando criticam os nossos sentimentos vira-latas; por favor, não fiquemos indignados.

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EM BUSCA DE ‘CHUMBO’

Um velho adágio permanece nos dias atuais. Sempre lembrado também na vida pública, com ramificações para a política partidária – Macaco que muito pula, quer chumbo. O ditado popular “Macaco que muito pula quer chumbo” significa que quem se move demais e sem rumo, principalmente aqueles que consideram uma campanha eleitoral como se fosse apenas viagens de turismo. No fundo acabam ficando sem os seus principais redutos eleitorais. Giram muito pra poucos votos, trabalho inútil.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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