ACORDOS POLÍTICOS

Esta estória de respeitar acordos políticos através de fiapos de cabelos do bigode, como contrato respeitado já foi embora há muito tempo. Atualmente até contratos registrados em cartórios com todas as assinaturas reconhecidas pelos tabeliães, é de pouca valia. Dizer que apoiou uma candidatura e achar que depois será apoiado pelo indicado, não é bem assim. Depende muito das circunstâncias políticas partidárias. A verdadeira história já mostrou e vai continuar mostrando.

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SAÚDE E EDUCAÇÃO EM BRAGANÇA

As críticas sobre as situações na Saúde e na Educação em Bragança, no nordeste paraense, merece uma melhor averiguação ‘in loco’. Afinal de contas as inserções de publicidades nas mídias, apontam ao contrário, do que estamos sendo informados. Emissoras de rádios, TV e redes sociais, também demonstram outra realidade diante das contumazes notas negativas.

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CARNAVAL EM BRAGANÇA

Carnaval é festa para brincantes e admiradores. Se o pensamento é divulgar ainda mais Bragança, visando um turismo robusto, a história é outra bastante diferente. Assim os gestores públicos não devem raciocinar como brincantes ou admiradores. Devem mostrar uma cidade com bastante estrutura aos olhares dos turistas. Estes serão os maiores divulgadores, tanto na forma positiva, como na negativa.

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O QUE SERIA ?

Não será fácil o prefeito de Bragança, Mário Júnior, no nordeste do Pará, cumprir a façanha prometida de multar e punir todos aqueles que deixem restos de construções, entulhos e lixos nas vias da cidade. Será que o alerta está sendo dirigido somente para alguns? Seria pra todos? Ou seria apenas uma forma de pedido de colaboração travestido de possíveis penalidades?  

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BIFURCAÇÕES DA VIDA

Decidir é um ato solitário, ainda que cercado de conselhos e influências. No instante da escolha, a decisão pode nascer da coragem ou do medo, da razão ou do impulso, mas nunca sai ilesa: carrega sempre um rastro de consequências. Seria como em uma bifurcação ao escolher o caminho, divisão ou separação de algo em dois ramos ou partes. Algumas decisões florescem rápido, rendem aplausos e aliviam a consciência. Outras germinam devagar, silenciosas, e quando dão fruto já não há como fingir surpresa. O curioso é que quase nunca somos julgados pela intenção, e sim pelo resultado — ainda que o acaso tenha dado seu empurrão. No fim, decidir é aceitar o risco de errar e a obrigação de assumir. Porque toda escolha, boa ou ruim, cobra seu preço. E

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SÁBIO E O TORPE

Depois de um grandioso conflito mental, acompanhado de um silêncio apropriado, resolvemos analisar duas características humanas e suas diferenças. Para isto, aproveitamos a política partidária brasileira como pano de fundo, e concluímos – Na política, a sapiência fala baixo e age no tempo certo; a torpeza fala alto, tropeça muito e se acha virtuosa. O sábio entende que poder é instrumento, não espelho. O torpe confunde cargo com grandeza e aplauso com razão. Enquanto a sapiência constrói pontes — mesmo com adversários — a torpeza prefere cavar valas e depois culpar o terreno. Um governa pensando no amanhã; o outro sobrevive do agora, colecionando frases de efeito e decisões vazias. No fim, a política revela seu juízo mais severo: a sapiência pode até perder eleições, mas ganha a história. A

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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