O QUE SERIA ?

Não será fácil o prefeito de Bragança, Mário Júnior, no nordeste do Pará, cumprir a façanha prometida de multar e punir todos aqueles que deixem restos de construções, entulhos e lixos nas vias da cidade. Será que o alerta está sendo dirigido somente para alguns? Seria pra todos? Ou seria apenas uma forma de pedido de colaboração travestido de possíveis penalidades?  

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BIFURCAÇÕES DA VIDA

Decidir é um ato solitário, ainda que cercado de conselhos e influências. No instante da escolha, a decisão pode nascer da coragem ou do medo, da razão ou do impulso, mas nunca sai ilesa: carrega sempre um rastro de consequências. Seria como em uma bifurcação ao escolher o caminho, divisão ou separação de algo em dois ramos ou partes. Algumas decisões florescem rápido, rendem aplausos e aliviam a consciência. Outras germinam devagar, silenciosas, e quando dão fruto já não há como fingir surpresa. O curioso é que quase nunca somos julgados pela intenção, e sim pelo resultado — ainda que o acaso tenha dado seu empurrão. No fim, decidir é aceitar o risco de errar e a obrigação de assumir. Porque toda escolha, boa ou ruim, cobra seu preço. E

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SÁBIO E O TORPE

Depois de um grandioso conflito mental, acompanhado de um silêncio apropriado, resolvemos analisar duas características humanas e suas diferenças. Para isto, aproveitamos a política partidária brasileira como pano de fundo, e concluímos – Na política, a sapiência fala baixo e age no tempo certo; a torpeza fala alto, tropeça muito e se acha virtuosa. O sábio entende que poder é instrumento, não espelho. O torpe confunde cargo com grandeza e aplauso com razão. Enquanto a sapiência constrói pontes — mesmo com adversários — a torpeza prefere cavar valas e depois culpar o terreno. Um governa pensando no amanhã; o outro sobrevive do agora, colecionando frases de efeito e decisões vazias. No fim, a política revela seu juízo mais severo: a sapiência pode até perder eleições, mas ganha a história. A

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A DIFERENÇA PROVOCA O MEDO NOS PODEROSOS

O passado nos faz refletir sobre o presente, pensando no futuro. Antônio Lemos é reconhecido por todos, como o melhor prefeito de Belém, em todos os tempos. De simples “criado de bordo da Marinha”, vindo do Maranhão, revolucionou o modo de governar Belém, não somente em obras, mas em todos os sentidos. Ninguém até hoje conseguiu supera-lo no comando da prefeitura. Mesmo assim por questões políticas foi deposto do cargo pelos seus adversários e arrastado pelas ruas de Belém. Perdeu todos os títulos que possuía e ainda foi expulso do Pará e teve que se exilar no Rio de Janeiro. Somente a história lhe devolveu todas as honrarias que lhes foram tiradas até por aqueles que foram beneficiados. No Brasil, os poderosos tem medo de quem faz a diferença.

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APÓS AS FOLIAS

Usando a velha máxima – O Brasil só começa após o Carnaval. Diante disto alguns vereadores de Bragança no Pará, insistem em dizer que a situação da vereadora Tati Rodrigues, que foi cassada por seus pares e conseguiu recurso e retorno através da Justiça, só será resolvida após as festas momescas.

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MAIS FESTAS

Na antiga Roma a tradicional política de ‘pão e circo’ deu resultado. Não podemos crer que esta estratégia ainda possa ser usada na atualidade. Saímos de várias festas e os gestores públicos por aqui, já estão em plena atividade visando o Carnaval.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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