TRANSPARÊNCIAS NÃO OBEDECIDAS

Segundo o jornal Folha de São Paulo, mesmo após quatro meses de investigações da Polícia Federal, 41 municípios não explicaram o destino de R$ 43 milhões em emendas parlamentares distribuídas pelo Congresso Nacional. O ministro do STF Flávio Dino ordenou que a PF investigasse R$ 85 milhões em repasses não detalhados. Um plano de trabalho sobre o uso dos recursos deveria ser apresentado em um site do governo federal.

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VEREADORA CANDIDATA À DEPUTADA

Para alguns, depois da tempestade pode vir a bonança. Após o episódio da cassação pela Câmara de Bragança, no nordeste paraense, que acabou em nada, a vereadora Tati Rodrigues, poderá ser convidada pela direção do PSDB, para ser candidata à deputada estadual nas eleições deste ano. Os tucanos estudam a possibilidade da formação de uma dupla entre ela e a Lena Ribeiro para deputada federal, na região bragantina. É esperar pra ver.

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EMENDAS E REELEIÇÕES

Começa a corrida do ouro. Não o que se tira do garimpo, mas o que brota das emendas parlamentares. Deputados estaduais e federais apertam o passo, afinam discursos e distribuem promessas embaladas em cifras. Prefeitos viram parceiros estratégicos, placas de obras surgem como troféus e o dinheiro público ganha apelido carinhoso de “investimento”. No fundo, a lógica é simples: quem recebe hoje, lembra amanhã. A reeleição, mais uma vez, tenta ser pavimentada não por ideias, mas por transferências bem calculadas.

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OUTRAS CHEGANDO

Acabaram as festas? Ainda não. Quando o último confete é varrido da praça, já se escuta ao longe o tambor do carnaval se aproximando. Os gestores públicos brasileiros, atentos ao calendário e às câmeras, afinam discursos, testam sorrisos e revisam figurinos. Uns chamam de investimento cultural; outros, de ensaio eleitoral. Entre palcos e palanques, a festa continua — muda apenas o ritmo, porque o show, em ano pré-eleitoral, nunca sai de cartaz.

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PRA QUE SERVEM ?

Pesquisas eleitorais muito antecipadas servem menos para medir votos e mais para medir humores. Não preveem o futuro, mas tentam moldá-lo. Funcionam como termômetro colocado antes da febre: quem aparece bem se anima, quem aparece mal se explica, e o eleitor, ainda desatento, passa a ouvir nomes como se fossem destinos. Elas aquecem conversas de esquina, justificam alianças apressadas e dão verniz científico a desejos antigos. No fundo, não dizem quem vai ganhar, apenas indicam quem quer parecer forte desde já. Em política, antecedência demais raramente é pressa; quase sempre é estratégia.

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ANO ELEITORAL EM BRAGANÇA

Bragança, em ano eleitoral, vira mais uma vez palco de teste de força. A cidade observa, anota e compara. De um lado e do outro, os grupos adversários seguem abastecidos: chegam obras, promessas, visitas oficiais e discursos afinados, com carimbo do governo estadual e do federal. Tudo parece equilibrado no papel, mas a urna costuma ter memória própria. No fim, Bragança não escolhe quem ajudou mais — escolhe quem convenceu melhor. E voto, por aqui, ainda é o único apoio que não vem por convênio.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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