PRA ONDE FORAM?

As propaladas candidaturas a deputado, de vereadores de Bragança no nordeste paraense, parecem que ‘subiram ao telhado’. Por que o barulho diminuiu bastante? Seria um aviso de que ‘as coisas não estão bem’, que algo diferente poderá acontecer, mas que ainda não foi total revelado? Ou determinações chegaram impedindo a possibilidade de atitudes bafônicas nestes movimentos?

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SINCERO OU IMPRUDENTE ?

A sinceridade na política brasileira é como visita inesperada: quando aparece, causa espanto; quando promete voltar, ninguém acredita. O discurso nasce inflamado, cheio de verdades provisórias, e morre no primeiro aperto de mão que exige conveniência. O político sincero costuma ser tratado como imprudente. Diz o que pensa e logo aprende que, por aqui, pensar em voz alta é um risco eleitoral.

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NA VONTADE

Quatro vereadores da Câmara Municipal de Bragança, na Pérola do Caeté estiveram reunidos no vagão (uma réplica de uma da época da Estrada de Ferro de Bragança), no hotel Vitória, para uma rápida discussão sobre as eleições deste ano. O ponto principal colocado na mesa, seria apoiar ou não as candidaturas para deputados apontadas pelo atual e pelo ex-prefeito. Segundo um dos participantes, a vontade do momento é não concordar e aceitar apenas acordos combinados diretamente com os próprios vereadores.

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CAMPEÃO DE PARCERIAS

Aos poucos vai cabendo. Para as eleições deste ano o deputado estadual Renato Oliveira, já está se notabilizando como o ‘campeão de parcerias fechadas’ com candidatos a deputado federal. Atualmente, mas poderá haver mudanças repentinas, por enquanto os parceiros são – Lena Pinto, José Priante, Keniston Braga e Patrícia Alencar. Deve também ser aguardado para inscrição na lista, o candidato Jader Filho, que é presidente estadual do MDB, partido onde Renato está filiado.

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TEMPORADA DOS JABUTIS EM ÁRVORES

Nestas eleições de 2026, preparem os olhos: os jabutis aprenderam a subir em árvores. Não por milagre da natureza, mas por obra da política, essa ciência exata da conveniência. De repente, lá estão eles, pendurados em galhos altos, sorrindo em santinhos coloridos, jurando que sempre pertenceram àquela copa frondosa. Ninguém explica como chegaram ali. Jabutis não voam, não escalam, não pulam. Mas surgem. Alguém os colocou.

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AMADO E ODIADO

Todo líder, cedo ou tarde, aprende essa lição incômoda: não existe unanimidade fora dos cemitérios. Liderar é caminhar com aplausos de um lado e vaias do outro, às vezes trocando de lugar no meio do trajeto. O mesmo gesto que inspira devoção em uns provoca rejeição em outros. Quem decide, desagrada; quem comanda, divide; quem aponta um rumo, inevitavelmente deixa alguém para trás. Ser amado e odiado não é falha do líder — é sinal de que ele existe, age e incomoda. Afinal, a indiferença é privilégio apenas de quem não lidera ninguém.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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