COMANDO POLÍTICO

Apesar do significado da frase seja outro, mas aqui em Bragança, no nordeste do Pará, ela pode ser aplicada diante do uso da política na região. A frase em questão – ‘quem é rei nunca perde a majestade’, mantém-se apropriada para o momento político. Pelas atitudes tomadas e recebidas, tudo indica que o ex-prefeito do município, Raimundo Oliveira (MDB) permanece ‘reinando’ no pedaço. Nota-se que a maioria das autoridades e políticos que chegam ao município para qualquer assunto, em primeiro lugar procuram ou visitam o ex. Assim sendo atuando de acordo com o protocolo estipulado – primeiro o rei, depois os demais participantes da corte.

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O MOMENTO VICE

As más línguas da política paraense, que não são poucas, já procuram mostrar as mudanças com o início do ano eleitoral. Falam com uma certa constância sobre a nova rota empreendida por figuras conhecidas e reconhecidas. Os que eram ‘papagaios de piratas’ dos titulares nas fotos, agora procuram os vices. Os abraços efusivos nos titulares mudaram de figuração em direção aos vices. Até nos discursos em palanques de inaugurações os vices são muito mais festejados.

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SUCESSÃO

Na época, o hoje já falecido governador Almir Gabriel, continha muito prestígio político por todo o Pará, mas não contava mais com o direito à reeleição ao governo do Estado. Naquele momento várias figuras políticas aliadas, se arvoraram no direito de ser o ‘escolhido’ para ocupar o espaço. Apesar de toda a pressão, não concordou com ninguém e resolveu lançar como candidato à sua sucessão, Simão Jatene, que nunca havia disputado qualquer cargo eletivo, mas simplesmente dentre outros, foi ocupante do cargo de secretário de Planejamento, considerado técnico. Há quem defenda a tese – que por muitas vezes a história se repete, mudando apenas os protagonistas.

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NAS VITRINES

No mundo político brasileiro podemos perceber que há candidaturas catapultadas. São lançadas por outros com poder e prestígio, uma vez que sozinhos, nada seriam. Saem do nada ou do quase nada, para um possível tudo ou talvez apenas um quase tudo. De apenas ‘papagaios de piratas’ nos palanques assumem um lugar destacado e com maior visibilidade, em período eleitoral. Lembram produtos de supermercados, que em razão de poucas vendas, são mudados de lugar. Lá do fundo são transferidos para vitrines ou gôndolas com maiores visões do público (eleitorado).

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GRATIDÃO

No dicionário, a palavra gratidão talvez estivesse melhor se viesse acompanhada de um aviso em letras miúdas: uso raro, quase em desuso na prática. Porque, fora das páginas bonitas e dos discursos emocionados, a gratidão anda sendo um artigo de luxo, desses que só aparecem em vitrines, nunca no dia a dia. Na vida real, o favor vira dívida, a ajuda vira moeda, e o gesto sincero vira investimento esperando juros altos. Poucos agradecem; muitos cobram. Quem ontem foi amparado hoje passa reto, como se a memória tivesse prazo de validade mais curto que promoção de supermercado. Talvez por isso a gratidão incomode. Ela não dá voto, não dá cargo, não rende curtida. Só revela caráter — e isso, convenhamos, anda sendo a coisa menos valorizada do mercado humano.

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VAIDADE

A autoconfiança ou o egocentrismo é um grande perigo em uma candidatura majoritária. As articulações permanentes são mais do que necessárias. O perigo ainda é maior quando numa demonstração de força, algumas lideranças que têm votos, são colocadas no isolamento, apenas por vontade própria do comandante ou por excesso de vaidade. Ninguém consegue transferir votos em sua totalidade por mais que tenha bastante poder.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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