TETRA OU TRETA?

Escrever ou falar a linguagem brasileira (mistura com a portuguesa) por muitas vezes cria embaraços para muitos. Deputado estadual do Pará, empolgado e com justa razão, a conquista do Flamengo da Libertadores, em Lima, confundiu muitos, com a escrita em forma de gritos de satisfação, no Instagram – é treta, é treta…com certeza gostaria de dizer – é tetra, é tetra… No entanto, o Google explica – “Tetra” significa “quatro” (como em “tetracampeão”) ou “quatro vezes campeão”, enquanto “treta” é uma gíria para uma discussão, briga, mentira ou artimanha.

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BRAVATA OU NÃO?

Persiste a dúvida em Augusto Corrêa. O prefeito do município, Estrela Nogueira, vai renunciar ao cargo para ser candidato a deputado estadual? Para alguns diz, que sim. Que não mudará o projeto político programado. Por outro lado, a possibilidade da candidatura de Elcione Barbalho e ainda a de Rodrigo Cunha, filho do conselheiro do TCE, Luis Cunha (natural da região), para o parlamento estadual do Pará, poderá ser um empecilho ou pedras no meio do caminho de 2026, que podem atrapalhar a trajetória. Como dizia o banqueiro e político mineiro Magalhães Pinto – “Política é como nuvem. Você olha pro céu e ela está de um jeito. Olha de novo e ela já mudou”.

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TERCEIRIZANDO O PODER

Há políticos que não disputam eleições — disputam sobrevivência. Quando percebem que o próprio brilho já não ilumina tanto, tratam logo de acender uma vela alheia. É quando surgem os prepostos, esses candidatos de aluguel, montados às pressas como quem coloca um espantalho no meio da roça para afastar a perda do poder. Eles surgem com sorriso de plástico, discurso ensaiado e a sombra do “padrinho” sempre dois passos atrás — ou à frente, dependendo da conveniência. O chefe, esse sim, permanece no comando: dita a pauta, escolhe o horário, rosna quando necessário. O preposto apenas balança a cabeça, como quem concorda com o inevitável. E assim o jogo segue: o político não larga o poder; apenas o terceiriza. Garante que o mando continue na família, no grupo, no quintal.

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INGRATIDÃO NO CÓDIGO PENAL

Se houvesse justiça perfeita neste país — aquela mesma que aparece nos discursos de palanque, com sorriso ensaiado e mão no peito — a ingratidão na política já estaria no Código Penal, entre “estelionato” e “formação de quadrilha”. E não seria exagero. Afinal, poucos crimes produzem tanto estrago quanto o de virar as costas para quem ajudou a construir o caminho que o sujeito agora pisa como se tivesse sido asfaltado por anjos. Imagine só: artigo 171-A — “Praticar ingratidão explícita contra aliados, padrinhos, lideranças ou eleitores, omitindo favores recebidos, renegando compromissos e fingindo que sempre caminhou sozinho.” Pena: de 1 a 4 anos de silêncio obrigatório, mais multa em humildade. Porque na política, meu amigo, existe um talento oculto — o dom de esquecer. Esquecer quem puxou a corda

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REPETINDO A HISTÓRIA?

Uma história política que poderá ser repetida no Pará. Com o mesmo propósito, mas com atores diferentes. Em 1998, pela sigla do então PPB (atual PL), Luiz Otávio Campos, concorreu a senador da República sendo apoiado pelo então candidato à reeleição, governador Almir Gabriel (PSDB), com o slogan de O Senador do Governador.  Conhecido também como Pepeca, não liderava as pesquisas, porém foi eleito. O mesmo poderá acontecer com o hoje deputado estadual Chicão, que também preside a Alepa a exemplo do Pepeca à época, e que caso queira nas eleições de 2026, poderá ou não, usar o slogan “O senador do governador ou da governadora”.

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EM OUTRO REINADO

“Ser ou não ser, eis a questão” é a famosa frase de William Shakespeare, dita por Hamlet, que expressa um dilema existencial sobre viver ou morrer. Uma enorme dúvida deve também estar passando pela cabeça do prefeito de Augusto Corrêa, Estrela Nogueira, no nordeste paraense. Conseguiu entabular em Brasília, uma conversa com o deputado federal José Priante. Cremos não ter sido apenas uma visita ao parlamentar no café da manhã. Claro que a conversa política deve ter tido como tema principal as eleições, não tão longe em 2026. Emenda pra cá, emenda pra lá e lógico o mais esperado – apoio para reeleição de deputado federal. E agora? O prefeito também deve ter feito uma visita ao ministro Jader Filho, que poderá ser candidato a deputado federal. No caso vale

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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