O RETORNO DA VEREADORA EM BRAGANÇA

A cassação da vereadora Tati Rodrigues pela Câmara Municipal de Bragança, no Pará, por falta de decoro parlamentar, poderá sofrer uma metamorfose. No caso um efeito bumerangue contra a própria Câmara. Um pedido de Mandado de Segurança pelo advogado da vereadora, já foi submetido ao Ministério Público, já obteve parecer favorável. Faltando apenas a decisão judicial. Se isto acontecer o presidente do Legislativo terá que cumprir o mandado e a vereadora deverá voltar para a bancada, com todos os direitos que lhes foram cassados.

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INELEGIBILIDADE DE RENATO

Afinal de contas, depois do recurso imposto, o deputado Renato Oliveira (MDB) está inelegível ou não? Para alguns, depende menos da lei e mais do momento, para outros o recurso teria demonstrado mais uma derrota para o parlamentar. Enquanto os advogados recorrem, o mandato respira por aparelhos; enquanto os tribunais divergem, a dúvida governa (embora pareça não haver divergências factíveis). No fim, a pergunta não é jurídica, é prática: vai disputar a próxima eleição ou não? Porque, na política, a verdade costuma chegar sempre depois do prazo final.

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CÂMARA CASSA VEREADORA

Na política, o inesperado quase nunca surpreende. Basta juntar mais de duas pessoas e a conversa deixa de ser confidência para virar comício improvisado. O que se diz em tom de desabafo ganha plateia, eco e interpretação. E, como todo comício, vaza — não por maldade, mas por vocação. Em política, silêncio é exceção; regra mesmo é o som que se espalha. Câmara Municipal de Bragança, no Pará cassou o mandato da vereadora Tati Rodrigues (PSDB).

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IMPULSO E DESTINO

Há quem trate o futuro como embalagem descartável. Troca-se o que poderia ser construção por um punhado de sonhos desvairados, imediatos, barulhentos e vazios. No calor do momento, tudo parece possível; no frio do amanhã, resta apenas a conta a pagar. O problema não é sonhar — é confundir impulso com destino e acreditar que o amanhã sempre aceitará ser jogado fora.

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CASSAÇÃO PELO LEGISLATIVO

A cassação de um mandato pelo Legislativo raramente nasce do apego rigoroso às leis. É, quase sempre, um ato político vestido de rito jurídico. Os votos não seguem códigos, seguem conveniências; não obedecem à técnica, mas ao clima do plenário. As prerrogativas jurídicas até entram na sala, mas ficam sentadas no fundo, assistindo em silêncio. No centro do palco, quem decide é a correlação de forças, os acordos possíveis e os interesses do momento. A toga é simbólica; quem fala mais alto é a política.

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SEM MANDATO EM BRAGANÇA

Extraoficialmente há quem diga pelos corredores e gabinetes da Câmara Municipal de Bragança, no nordeste do Pará, que o plenário na última sessão do ano, ainda poderá apreciar uma deliberação sobre a cassação de um dos pares da casa. Esta decisão poderá acontecer no próximo dia 15, pela manhã. Já no período noturno em outra sessão solene, faz o encerramento de 2025 e o parlamento entrará em recesso. Desta forma, qualquer recurso sobre o assunto, vai ficar para o outro ano, permanecendo o cassado sem mandato e sem recurso.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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