REPETINDO A HISTÓRIA?

Uma história política que poderá ser repetida no Pará. Com o mesmo propósito, mas com atores diferentes. Em 1998, pela sigla do então PPB (atual PL), Luiz Otávio Campos, concorreu a senador da República sendo apoiado pelo então candidato à reeleição, governador Almir Gabriel (PSDB), com o slogan de O Senador do Governador.  Conhecido também como Pepeca, não liderava as pesquisas, porém foi eleito. O mesmo poderá acontecer com o hoje deputado estadual Chicão, que também preside a Alepa a exemplo do Pepeca à época, e que caso queira nas eleições de 2026, poderá ou não, usar o slogan “O senador do governador ou da governadora”.

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EM OUTRO REINADO

“Ser ou não ser, eis a questão” é a famosa frase de William Shakespeare, dita por Hamlet, que expressa um dilema existencial sobre viver ou morrer. Uma enorme dúvida deve também estar passando pela cabeça do prefeito de Augusto Corrêa, Estrela Nogueira, no nordeste paraense. Conseguiu entabular em Brasília, uma conversa com o deputado federal José Priante. Cremos não ter sido apenas uma visita ao parlamentar no café da manhã. Claro que a conversa política deve ter tido como tema principal as eleições, não tão longe em 2026. Emenda pra cá, emenda pra lá e lógico o mais esperado – apoio para reeleição de deputado federal. E agora? O prefeito também deve ter feito uma visita ao ministro Jader Filho, que poderá ser candidato a deputado federal. No caso vale

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INTERESSES

Sobre o vasto noticiário acerca de prisões de amigos de fulano, de beltrano, me remete a pensar que um político tem amigos pessoais com quem compartilha ideais, e amigos políticos e empresários que compartilham apenas interesses. Estes últimos, só serão seus amigos enquanto seus interesses coincidirem com os deles. Alguns irão abandoná-lo quando você perder. Mas ao contrário de outras profissões, na derrota política você aprende quem são os seus verdadeiros amigos. Amigos atualmente só valem ter no facebook, e todo cuidado é pouco.

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FUTURO IMPROVISADO

Os que não pensam no futuro vivem como quem caminha sem olhar a estrada: até sentem o vento bom de agora, mas tropeçam no primeiro buraco adiante. Apostam no improviso, juram que amanhã se ajeitam sozinhos, como se o tempo fosse empregado dedicado — desses que arrumam a casa enquanto o dono cochila. Mas o futuro, caprichoso como é, não gosta de ser ignorado. Chega sempre cobrando presença: “E aí, qual foi o plano?”. E quem não pensou nada fica ali, remexendo os bolsos vazios de previsões. No fim, a pergunta que resta é simples e teimosa: os que não pensam no futuro… que futuro terão? Talvez apenas o que sobrar dos que pensaram.

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QUO VADIS?

Há uma turma nova ocupando silenciosamente as esquinas do tempo: os jovens “nem e nem”. Nem estudam, nem trabalham. Eles carregam nas costas um mundo que mudou de marcha sem avisar, deixando-os ali, no ponto morto, tentando entender o barulho do motor. São jovens que cresceram ouvindo que o futuro era uma rodovia pavimentada, bastava seguir. Só que, quando chegaram na largada, descobriram que o asfalto virou areia movediça, o GPS perdeu o sinal e a placa de “oportunidades” estava enferrujada. E, no lugar onde deveria haver pressa, há espera. Esperam uma chance que não chega, um curso que não dá, um emprego que não aceita, uma sociedade que só cobra. E nessa espera, vão se acostumando a um tipo de invisibilidade que dói mais do que qualquer crítica: a

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MERA ENGANAÇÃO

Na política, sempre aparece um tipo raro: o presepeiro. Aquele sujeito que não governa, não articula, não entrega nada — mas adora montar cena. Vive cercado de luzinhas, figurantes e promessas brilhantes, como se cada entrevista fosse noite de Natal e ele, claro, fosse o menino iluminado da vez. O presepeiro chega sorrindo, abraça crianças, distribui tapinhas nas costas, acena, posa, faz nova pose e compõe a foto perfeita. O problema é que, quando as câmeras desligam, a manjedoura some e só fica o vazio: nenhuma obra, nenhum projeto, apenas o cenário desmontado e o eco do próprio marketing. No fim, o povo aprende: presépio bonito não sustenta cidade. E político que vive de pose termina descobrindo, tarde demais, que palco não governa — só engana. Até o dia em

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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