PITONISAS ELEITORAIS

A expressão “puxar a brasa para sua sardinha” de acordo com ‘fenomenais tradutores’ de adágios populares, significa defender os próprios interesses para levar vantagem em uma situação. Seria mais ou menos ‘contar um conto’ sobre articulações políticas no Pará, visando as eleições majoritárias no próximo ano porvir. Verdadeiras Pitonisas eleitorais, tentando profetizar resultados futuros, que apenas o destino poderá apontar. Convenhamos que um comentário não pode ser absoluto, como uma decisão definida.  

Leia Mais »

DISPUTA ANTIGA

Há quem diga que a lógica sempre vence. Que basta organizar as ideias em linha reta, encaixar cada premissa como peça de dominó, e pronto: o mundo se explica, as pessoas entendem, e a vida segue ordenada como uma prateleira de supermercado. Mas a verdade… ah, a verdade é mais teimosa. Ela não gosta de filas, não anda em linha reta, tropeça nos próprios sentimentos e às vezes acorda de mau humor, sem vontade nenhuma de ser percebida. A disputa entre as duas é antiga. A lógica aparece impecável, de óculos no rosto e mãos limpas, apontando o quadro-negro: “Aqui estão os fatos, portanto aqui está a conclusão.” E a verdade? A verdade chega descalça, com cheiro de café passado na hora, dizendo que as coisas não são tão simples

Leia Mais »

A VONTADE DO DESTINO

Estando deputado estadual no verão de 1993, eleito pelo PMDB, mas que por estratégia política assumido a presidência do PDC fui para um novo partido o PPR fruto de uma fusão nacional entre PDS e o PDC. Para cumprir o mandato de deputado, decidi renunciar a diretoria do Diário do Pará, jornal que ajudei a fundar junto com meu pai e outros valorosos companheiros. Naquele ano anterior às eleições governamentais de 1994 na pérgola (assim por modismo era chamada uma das dependências) do Iate Clube, me foi apresentado um plano para a disputa de poder que se avizinhava. Dizia-me o propositor que gostaria de pagar uma gratidão: fazer voltar ao governo um político que já havia governado o Pará quando na ditadura militar, onde os gestores estaduais eram nomeados e

Leia Mais »

APOIADOS E APOIADORES EM BRAGANÇA

Há quem afirme de pés juntos, que a atual deputada federal Elcione, estaria disposta a deixar a Câmara dos Deputados, para disputar em 2026 uma cadeira na Assembleia Legislativa do Pará. Assim sendo em Bragança, na Pérola do Caeté, o ex- prefeito Raimundão, caso não consiga reverter a inelegibilidade, e mais o atual Mário Júnior, deverão apoiar a candidatura de Elcione para estadual e a do filho Jader para federal. Além da candidatura de Hana Ghassan para o governo e Hélder para o Senado. Todos do MDB. Dúvida por enquanto apenas o apoio para a 2ª vaga ao Senado.

Leia Mais »

PRECISANDO RESPIRAR

Há pessoas que parecem ter nascido com uma bússola desregulada, dessas que insistem em apontar sempre para o mesmo norte: você. Onde você está, elas estão por perto — às vezes sorrindo, às vezes só observando, às vezes apenas existindo ali, como uma sombra que não pede licença nem se manca. No começo, você acha até agradável. A companhia constante dá um certo conforto, um ar de importância. Mas, com o tempo, percebe que algumas presenças pesam mais que outras. Não porque sejam ruins, mas porque ocupam espaço demais — espaço de silêncio, de pensamento, de respiração. É curioso como algumas pessoas têm o dom de circundar a vida alheia sem que ninguém as chame. Entram pelos pequenos hábitos, pelo “estava passando por aqui”, pelo “ah, lembrei de você”. E,

Leia Mais »

VISITAR E VIVER BRAGANÇA

Bragança, no Pará, é daquelas cidades que não precisam fazer esforço para ser bonita. Ela simplesmente é. Ali, o turismo não chega batendo na porta com malas de rodinhas; ele vem no ritmo das marés, embalado pelo vento que sopra do Caeté e pelo cheiro de peixe fresco que invade as manhãs. O visitante, quando chega, descobre logo que Bragança não é um destino: é um jeito de viver. Basta caminhar pelas ruas antigas para sentir que cada pedra do calçamento guarda uma história, cada janela azul parece observar quem passa, e cada bragantino tem um causo pronto para contar, entre um café e outro. Se o turista resolve esticar até a praia de Ajuruteua, aí é que o coração se desarma de vez. A estrada serpenteia como quem quer

Leia Mais »

PUBLICIDADE

“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

“com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil com ela mesma”

Joseph Pulitzer

[yop_poll id="2"]
OUTRAS NOTÍCIAS
Desenvolvido Por Belém Sistemas (91) 98079-5456