MAUS COSTUMES

A política brasileira está criando cargos públicos aparentemente não remunerados, apenas obrigatórios através das leis dos costumes. Surge então, a nova modalidade – o ‘prefeito-adjunto’, aquele que não passa de um ex-prefeito. que não conformado com o fim do mandato, continua acompanhando o prefeito em todos os momentos públicos, mesmo até naqueles considerados oficiais. A pergunta feita pelos munícipes – fazem por dedicação e vontade de trabalhar ou por outros interesses desconhecidos?

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COBRANDO PRODUTIVIDADE

Interessante como a sociedade virou fiscal de ponto. Cobra produtividade do servidor que chega às sete, do caixa que fecha o mês no vermelho, do vendedor que não bateu meta, do professor que “precisa inovar”. Quer relatório, quer resultado, quer eficiência — e com razão. Mas quando o assunto são parlamentares, a régua entorta. Pouco se pergunta sobre projetos relevantes apresentados, leis efetivamente aprovadas que mudaram a vida real das pessoas, presença nas comissões, coerência entre discurso e voto. A produtividade, nesse caso, parece se medir por curtidas nas redes sociais, discursos inflamados e fotos sorridentes ao lado de obras que nem sempre ajudaram a viabilizar. Curioso: cobramos do atendente a agilidade no balcão, mas não cobramos do legislador a agilidade nas soluções. Exigimos metas de quem executa, mas esquecemos

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CÂMARA ‘INFLAMÁVEL’

Por muito menos a Câmara de Vereadores de Bragança, no Pará, cassou o mandato da vereadora Tati Rodrigues, que depois foi salva pela Justiça. Um rosário de descomposturas aconteceu na sessão de hoje pela manhã (11/02) e quase pega fogo, entre os vereadores João Paulo e o Márcio Bureta. O presidente da Casa, apenas advertiu de forma verbal e em seguida resolveu suspender a devida sessão plenária.

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CARNAVAL TEM RETORNO MAIOR QUE INDÚSTRIAS.

Segundo a economista ítalo-americana, Mariana Mazzucato, em sua passagem pelo Brasil, destaca a potência do Carnaval brasileiro. Afirmou – que o retorno para a economia de cada real investido em cultura e artes – o que inclui o Carnaval – é maior que o de investimentos em algumas áreas tradicionais da indústria, como a automobilística.

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MERGULHOS

Como dizia a personagem Mara na telenovela ‘O Clone’, que se tornou um bordão – “cada mergulho um flash”. Assim é possível considerar as viagens do prefeito Mário Júnior à Brasília ou Belém. Sempre voltando com enormes expectativas, sobre serviços ou obras para o município de Bragança, na região dos Caetés, no Pará. A mais recente apresentada – uma nova feira livre que poderá ser concretizada com recursos do governo estadual. Enquanto isso continua cuidando do carnaval.

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GRANDE DIFERENÇA

Há uma diferença silenciosa, mas gritante, entre o líder e o poderoso. O líder é seguido — não porque manda, mas porque inspira. Caminha à frente, mas escuta; decide, mas explica. O respeito que recebe nasce da confiança. O poderoso, por sua vez, impõe. É respeitado, sim, porém por cálculo, medo ou conveniência. Quando chega, todos se levantam; quando sai, ninguém o acompanha. O líder constrói caminhos. O poderoso ergue muros. Um deixa legado; o outro, apenas lembrança do peso que exerceu enquanto teve força nas mãos.

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“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”

 
Joseph Pulitzer

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